5) O Celso Ribas nos disse, por e-mail: “É difícil para um corredor enfrentar a realidade de não tentar mais concluir uma maratona abaixo de 5 min/km e sim aceitar que agora o objetivo é concluir abaixo de 6 min/km, esse min faz muita diferença.” Como podemos auxiliar esse corredor?
Explicando a ele que faz parte do processo natural do organismo e que os maiores objetivos de um corredor já foram alcançados, além de que a maratona é um desafio único, para poucos, e independentemente do tempo, ele faz parte de um seleto grupo e corredores.
6) Tem mais um ponto do e-mail dele que acho interessante ter a sua opinião: “Busco nas revistas informações voltadas para nós, os velhos corredores, continuo correndo mesmo depois de divórcios, falência, um câncer e muitos problemas, mas a alegria de cruzar uma linha de chegada foi o que me ajudou a superar tudo e continua me trazendo alguns dos melhores momentos da vida.”
A sensação de cumprir uma prova realmente é maravilhosa, resultante de reações químicas que ocorrem devido à resposta fisiológica do organismo ao esforço físico e que proporciona um bem estar sem comparações e que também poderá curar toda e qualquer preocupação ou problema de ordem de saúde.
Race Consultoria Esportiva. Treinamento personalizado nas modalidades caminhada, corrida, triathlon, ciclismo e corridas de aventura.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Maratonistas Veteranos - 2 de 4
3) Existem indicações de como manter a motivação com os treinos mesmo quando o corpo não responde da mesma maneira? Poderia exemplificar?
A motivação segue na mesma linhagem de adequação à nova realidade, ou seja, muitas vezes podemos manter as mesmas distâncias que antes eram percorridas, porém com gasto maior de tempo decorrido. É normal também a velocidade diminuir, juntamente com a flexibilidade, e usamos isso para trabalhar a idéia de que ao realizar treinos e provas mais lentamente, podemos “curtir” a atividade por mais tempo.
4)Para quem começa a correr após os 50 anos, quais são os cuidados?
Muitos, começando por uma minuciosa bateria de exames médicos, ortopédicos e alimentares. O treinamento deve respeitar a individualidade da pessoa e a evolução nos treinamentos deverá ser gradativa, começando com caminhadas, e posteriormente partindo para novos objetivos.
Devemos tomar cuidado com os objetivos propostos para não haver nenhuma decepção pois as respostas metabólicas não serão como de uma pessoa jovem.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
A motivação segue na mesma linhagem de adequação à nova realidade, ou seja, muitas vezes podemos manter as mesmas distâncias que antes eram percorridas, porém com gasto maior de tempo decorrido. É normal também a velocidade diminuir, juntamente com a flexibilidade, e usamos isso para trabalhar a idéia de que ao realizar treinos e provas mais lentamente, podemos “curtir” a atividade por mais tempo.
4)Para quem começa a correr após os 50 anos, quais são os cuidados?
Muitos, começando por uma minuciosa bateria de exames médicos, ortopédicos e alimentares. O treinamento deve respeitar a individualidade da pessoa e a evolução nos treinamentos deverá ser gradativa, começando com caminhadas, e posteriormente partindo para novos objetivos.
Devemos tomar cuidado com os objetivos propostos para não haver nenhuma decepção pois as respostas metabólicas não serão como de uma pessoa jovem.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Maratonistas Veteranos - 1 de 4
1) Como maratonistas veteranos devem se comportar com o passar da idade?
Primeiramente é interessante que o maratonista entenda que trata-se de um processo normal e que nosso organismo com o passar dos anos sofre essa ação catabolica (“desgaste” da musculatura) pelo tempo. Importante também se adaptar a nova realidade pois os músculos, os tendões e ligamentos já não suportam mais as rotinas e cargas anteriormente utilizadas.
2)A partir de que idade há declínio de performance e como o atleta pode adequar objetivos, metas e treinamento para correr de maneira saudável e sem lesões?
A idade de declínio de performance depende muito de cada indivíduo, além do fator genética e sexo.Como segurança e forma saudável para se obter novos objetivos, uma boa qualidade de vida tem grande importância, como alimentação, acompanhamento médico entre outras coisas.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
Primeiramente é interessante que o maratonista entenda que trata-se de um processo normal e que nosso organismo com o passar dos anos sofre essa ação catabolica (“desgaste” da musculatura) pelo tempo. Importante também se adaptar a nova realidade pois os músculos, os tendões e ligamentos já não suportam mais as rotinas e cargas anteriormente utilizadas.
2)A partir de que idade há declínio de performance e como o atleta pode adequar objetivos, metas e treinamento para correr de maneira saudável e sem lesões?
A idade de declínio de performance depende muito de cada indivíduo, além do fator genética e sexo.Como segurança e forma saudável para se obter novos objetivos, uma boa qualidade de vida tem grande importância, como alimentação, acompanhamento médico entre outras coisas.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Depoimento Ana Néri - Superação!
Desde criança fui adepta a esportes, minha aula preferida era Educação Física, e no colégio que estudei, era no mesmo horário das outras disciplinas.
E minha professora, que era a mais severa da escola, só permitia a saída para Ed. Física, daqueles que passassem primeiro por uma chamada oral de tabuada, e para uma criança da 2ª.série era um desafio e tanto, então este foi o meu 1º. desafio esportivo: decorar a tabuada.
No dia que acertei todas as perguntas da chamada oral, fui toda feliz para a quadra poliesportiva e para minha decepção recebi a notícia de que não haveria aula aquele dia, pois a professora por motivo particular havia faltado. Continue estudando como nunca a tal da tabuada, que claro para cada aula se repetia a chamada. Coisa que hoje, tem de muita serventia, sou craque em tabuada rsrs.
Nos meus 12 anos já era federada no voleibol pela minha cidade, Guarulhos.
Para treinar passava cada perrengue, até assaltada 2 vezes a caminho dos treinos eu fui, mas nunca desistia.
A vida estudantil e profissional me afastou um pouco dos treinos de vôlei, mas sempre ia pra lá e para cá em academias, em clubes batia uma bolinha, e até em empresas que trabalhei formava grupos para disputar entre áreas e até entre empresas.
Experimentei o tênis, que foi uma atividade que me envolveu de uma forma diferente, era somente eu contra um adversário, mas que exigia uma inteligência e estratégia que me desafiava muito. E aquilo foi realmente envolvente e desafiador, e como uma boa ariana, adoro desafios, e o que mais me deixava à vontade é que eu não precisava ter contato direto com o meu adversário, e isto para mim é bem confortável, gosto de uma briga intelectual e não física rsrs. E foi a partir do tênis que comecei a me desvincular de grupos para fazer uma atividade física individual.
Para uma pessoa acostumada a praticar um esporte como o vôlei, em grupo com espírito de equipe, eu sempre achei chato atividades solitárias como a corrida por exemplo. Pensava que correr pedia demais do meu corpo, era um conjunto de controles diversos como: correr, fazer a pisada direito, controlar a respiração, movimento coordenado dos braços e pernas, nooooosssa achava que era demais para mim.
Mas a partir do programa do Vida Leve que nos deu a oportunidade de experimentar a “tal corrida” eu resolvi dar o braço a torcer, e ver de perto tudo aquilo que só ouvia meus amigos falarem, como: “Nossa correr é muito bom, causa uma dependência semelhante a droga, mas é melhor pois é saudável”. Eu ouvia aquilo e pensava, que cara doido, onde já se viu tanto esforço, não deve ser tão prazeroso assim.
Bom, comecei a correr em março de 2010... e a cada dia eu entendia mais aqueles meus amigos que já estavam viciados na tal corrida. Pra mim a corrida era o desafio só meu... onde a cada passada eu desafiava a minha resistência física, e a cada fim de treino eu me sentia mais e mais forte, pois tinha vencido a mim mesma. Eu traçava um treino e sempre ia além dele, para mostrar a mim mesma que eu podia... e pode ter certeza você sempre pode.
Isto é o que mais me empolgava com a corrida, eu até acredito que o vício venha daí, desta química de querer sempre mais.
Em julho de 2010 já estava correndo alguns poucos km, e estava toda feliz com isto.
Quando um dia indo para um treino fui atropelada, o que me causou uma tíbia fraturada. E, portanto, afastada da corrida para conhecer um mundo de fisioterapias e terapias alternativas para uma recuperação mais rápida.
Teve momentos de muita depressão, pois o meu corpo tinha acostumado com o ritmo das corridas, uma impotência e a falta da endorfina levava a muitos momentos de tristeza.
Mas quando via que isto iria me atingir eu usava a fisioterapia como meu novo esporte, e via cada músculo reagindo e se preparando para voltar.
Até que em Janeiro de 2011 eu voltei às caminhadas leves, caminhadas mais pesadas, pequenos trotes, sempre muito incentivada pelo meu treinador Danilo, e às vezes pegava pesado comigo, e falava: vamos Ana você já pode dar mais de você”. E sabe quando você fica frágil e achando que ainda não esta 100%, puro medo...
E mais uma vez vamos buscar aquele sentido desafiador.... e a cada volta eu dizia não vou sentir nada, e mais uma e mais uma... e hoje estamos em julho de 2011 , exatamente 1 ano depois do acidente...
Estou fazendo 6km de puro vício, sei que é pouco, mas só hoje amanhã serão 6 + alguns metros e mais alguns metros.
Hoje me sinto como aqueles meus amigos, sou uma viciada, e alguns amigos meus já sabem que não podem marcar nenhum compromisso nos dias dos meus treinos, eles são inadiáveis...esta é minha vida , este é meu clube rsrs.
Às vezes me pego olhando para aquelas esteiras de academia e falo, ai que vontade de dar uma corridinha, eu comparo a esta sensação como de uma vitrine de doceira. Ai que vontade que dá rsrs.
Quanto a minha fratura, eu aprendi que não vai ser um ossinho ruim de roer que vai fazer eu parar de correr.
E minha professora, que era a mais severa da escola, só permitia a saída para Ed. Física, daqueles que passassem primeiro por uma chamada oral de tabuada, e para uma criança da 2ª.série era um desafio e tanto, então este foi o meu 1º. desafio esportivo: decorar a tabuada.
No dia que acertei todas as perguntas da chamada oral, fui toda feliz para a quadra poliesportiva e para minha decepção recebi a notícia de que não haveria aula aquele dia, pois a professora por motivo particular havia faltado. Continue estudando como nunca a tal da tabuada, que claro para cada aula se repetia a chamada. Coisa que hoje, tem de muita serventia, sou craque em tabuada rsrs.
Nos meus 12 anos já era federada no voleibol pela minha cidade, Guarulhos.
Para treinar passava cada perrengue, até assaltada 2 vezes a caminho dos treinos eu fui, mas nunca desistia.
A vida estudantil e profissional me afastou um pouco dos treinos de vôlei, mas sempre ia pra lá e para cá em academias, em clubes batia uma bolinha, e até em empresas que trabalhei formava grupos para disputar entre áreas e até entre empresas.
Experimentei o tênis, que foi uma atividade que me envolveu de uma forma diferente, era somente eu contra um adversário, mas que exigia uma inteligência e estratégia que me desafiava muito. E aquilo foi realmente envolvente e desafiador, e como uma boa ariana, adoro desafios, e o que mais me deixava à vontade é que eu não precisava ter contato direto com o meu adversário, e isto para mim é bem confortável, gosto de uma briga intelectual e não física rsrs. E foi a partir do tênis que comecei a me desvincular de grupos para fazer uma atividade física individual.
Para uma pessoa acostumada a praticar um esporte como o vôlei, em grupo com espírito de equipe, eu sempre achei chato atividades solitárias como a corrida por exemplo. Pensava que correr pedia demais do meu corpo, era um conjunto de controles diversos como: correr, fazer a pisada direito, controlar a respiração, movimento coordenado dos braços e pernas, nooooosssa achava que era demais para mim.
Mas a partir do programa do Vida Leve que nos deu a oportunidade de experimentar a “tal corrida” eu resolvi dar o braço a torcer, e ver de perto tudo aquilo que só ouvia meus amigos falarem, como: “Nossa correr é muito bom, causa uma dependência semelhante a droga, mas é melhor pois é saudável”. Eu ouvia aquilo e pensava, que cara doido, onde já se viu tanto esforço, não deve ser tão prazeroso assim.
Bom, comecei a correr em março de 2010... e a cada dia eu entendia mais aqueles meus amigos que já estavam viciados na tal corrida. Pra mim a corrida era o desafio só meu... onde a cada passada eu desafiava a minha resistência física, e a cada fim de treino eu me sentia mais e mais forte, pois tinha vencido a mim mesma. Eu traçava um treino e sempre ia além dele, para mostrar a mim mesma que eu podia... e pode ter certeza você sempre pode.
Isto é o que mais me empolgava com a corrida, eu até acredito que o vício venha daí, desta química de querer sempre mais.
Em julho de 2010 já estava correndo alguns poucos km, e estava toda feliz com isto.
Quando um dia indo para um treino fui atropelada, o que me causou uma tíbia fraturada. E, portanto, afastada da corrida para conhecer um mundo de fisioterapias e terapias alternativas para uma recuperação mais rápida.
Teve momentos de muita depressão, pois o meu corpo tinha acostumado com o ritmo das corridas, uma impotência e a falta da endorfina levava a muitos momentos de tristeza.
Mas quando via que isto iria me atingir eu usava a fisioterapia como meu novo esporte, e via cada músculo reagindo e se preparando para voltar.
Até que em Janeiro de 2011 eu voltei às caminhadas leves, caminhadas mais pesadas, pequenos trotes, sempre muito incentivada pelo meu treinador Danilo, e às vezes pegava pesado comigo, e falava: vamos Ana você já pode dar mais de você”. E sabe quando você fica frágil e achando que ainda não esta 100%, puro medo...
E mais uma vez vamos buscar aquele sentido desafiador.... e a cada volta eu dizia não vou sentir nada, e mais uma e mais uma... e hoje estamos em julho de 2011 , exatamente 1 ano depois do acidente...
Estou fazendo 6km de puro vício, sei que é pouco, mas só hoje amanhã serão 6 + alguns metros e mais alguns metros.
Hoje me sinto como aqueles meus amigos, sou uma viciada, e alguns amigos meus já sabem que não podem marcar nenhum compromisso nos dias dos meus treinos, eles são inadiáveis...esta é minha vida , este é meu clube rsrs.
Às vezes me pego olhando para aquelas esteiras de academia e falo, ai que vontade de dar uma corridinha, eu comparo a esta sensação como de uma vitrine de doceira. Ai que vontade que dá rsrs.
Quanto a minha fratura, eu aprendi que não vai ser um ossinho ruim de roer que vai fazer eu parar de correr.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O que o corredor desenvolve com o treino longo, fisicamente e psicologicamente?
Como já foi citado anteriormente, as adaptações fisiológicas que ocorrem em resposta à esse tipo de atividade física são das mais importantes e de grande valia para o organismo.
Fisicamente, além de melhoria estética corporal, temos ganho na regulação da pressão arterial, melhora na capacidade cardiorrespiratória, diminuição do esforço cardíaco em situações do cotidiano, maior controle de níveis de colesterol, auxílio para melhorar a glicemia, melhora a função renal para filtrar substâncias tóxicas do organismo, previne a osteoporose devido a melhor formação da massa óssea, e tantas outras.
Psicologicamente, uma grande e significativa mudança é a melhora no humor pois estimula importantes hormônios relacionados ao bem estar. Além disso, melhora a qualidade do sono e influencia positivamente na auto estima.
Fisicamente, além de melhoria estética corporal, temos ganho na regulação da pressão arterial, melhora na capacidade cardiorrespiratória, diminuição do esforço cardíaco em situações do cotidiano, maior controle de níveis de colesterol, auxílio para melhorar a glicemia, melhora a função renal para filtrar substâncias tóxicas do organismo, previne a osteoporose devido a melhor formação da massa óssea, e tantas outras.
Psicologicamente, uma grande e significativa mudança é a melhora no humor pois estimula importantes hormônios relacionados ao bem estar. Além disso, melhora a qualidade do sono e influencia positivamente na auto estima.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Como deve ser a evolução para o aumento da distância e do tempo correndo?
O que mais se utiliza em programas de treinamento para maratonistas, por exemplo, são aumentos semanais em torno de 10% do total de quilometragem rodado, uma vez que devemos reservar pelo menos 12 semanas para esse planejamento, ao final dessas 12 semanas, o atleta terá rodado por volta de 80 km, o que já é bem expressivo.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Qual a frequência cardíaca que você aconselha aos seus alunos?
A freqüência cardíaca é um parâmetro de muita individualidade, devemos lembrar sempre que para indivíduos diferentes, uma mesma freqüência cardíaca pode resultar reações totalmente diferentes. O ideal será que o indivíduo tenha passado por exames médicos e exames de esforço para que se conheça quais são seus limites de tolerância e segurança.
Para exercícios de corrida de longa duração, deve-se utilizar entre 60-70% da freqüência máxima atingida em teste ou pela fórmula 220 – idade, porém, existem outras fórmulas para nos orientar em relação a intensidade do exercício.
Para exercícios de corrida de longa duração, deve-se utilizar entre 60-70% da freqüência máxima atingida em teste ou pela fórmula 220 – idade, porém, existem outras fórmulas para nos orientar em relação a intensidade do exercício.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Depoimento por Leandro Bittar: L'Etape du Tour
Acabamos de chegar. Pensei muito no que quanto e no que eu deveria te dizer. Afinal, desde que entramos na Race nossa história no ciclismo se transformou e esse momento na França foi o ápice.
Antes de qualquer coisa, então, muito obrigado.
A prova foi maravilhosa. A energia é contagiante e chegamos com uma certa folga, melhor do que havíamos previsto. Todos que foram conosco tb completaram. O Fernando Jaruche foi um grande herói e completou a prova mesmo depois de ter sido cortado. Foi um momento mágico para muita gente que leva o ciclismo com muito mais prazer do que obsessão por resultado.
A minha prova, particularmente, não foi das melhores. Fiquei muito nervoso no dia anterior. Na prova, estava muito bem na primeira subida, mas já no Galibier comecei a sofrer muito com as cãimbras. Me arrastei até o topo da montanha, parando de tempos em tempos para alongar e jogar água nas coxas. Na descida me recuperei bem e estava num ritmo muito bom (enquanto não tinha cãimbras, pedalava muito bem). O Alpe d'Huez foi duro. Por tudo. Tive que saltar da bike várias vezes com os músculos travados. Cheguei a pensar que não conseguiria completar, mas fui l pegar minha medalha! rs
Não consegui identificar o erro, pois tive uma boa alimentação, hidratação e suplementação já pensando nas cimbras, mesmo assim, elas vieram.
Para finalizar, fiquei muito orgulhoso da Flavinha, brava guerreira, chegou muito pouco tempo depois de mim.
Pode preparar a planilha pq voltaremos para voos maiores no próximo L'Etape.
>Missão cumprida, mestre. Bora para a próxima.
Existe alguma contra indicação para esse tipo de treino?
Todo exercício físico a princípio promove adaptações fisiológicas que trazem benefícios em todos os aspectos. Porém, há casos de pessoas que apresentam alguma alteração pré existente, dentre elas, pode ser consideradas como contra indicado para o exercício de longa duração:
- alterações cardio vasculares (arritmias, infarto)
- presença de hipertensão arterial, pois o exercício promove reação hipertensiva.
- pessoa com clínica, laboratório ou eletrocardiograma instável.
- condições infecciosa ou inflamatórias em atividade.
- alterações cardio vasculares (arritmias, infarto)
- presença de hipertensão arterial, pois o exercício promove reação hipertensiva.
- pessoa com clínica, laboratório ou eletrocardiograma instável.
- condições infecciosa ou inflamatórias em atividade.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Qual o preparo adequado antes do treinamento de longa duração? E para a recuperação?
Quando estabelecemos uma rotina de treinos, e principalmente uma rotina rígida como essa, o ideal é não fugir tanto do que se está habituado. A alimentação deverá ser rica em carboidratos, evitando alimentos gordurosos, e a hidratação sempre respeitando a quantidade de 2 litros ou mais de água diário.
Outro fator importante também são as horas de sono, o descanso é importante aliado da performance e deve ser respeitado. Alguns minutos antes do treino, um bom alongamento para preparar os músculos, articulações e tendões para o esforço.
Na recuperação também deve seguir semelhante ao anterior ao treino, não se deve expor o organismo a esforços desnecessários após um treino longo. Pode-se optar por massagens, alongamentos ou atividades variadas de baixa intensidade (por exemplo, uma leve natação).
Outro fator importante também são as horas de sono, o descanso é importante aliado da performance e deve ser respeitado. Alguns minutos antes do treino, um bom alongamento para preparar os músculos, articulações e tendões para o esforço.
Na recuperação também deve seguir semelhante ao anterior ao treino, não se deve expor o organismo a esforços desnecessários após um treino longo. Pode-se optar por massagens, alongamentos ou atividades variadas de baixa intensidade (por exemplo, uma leve natação).
segunda-feira, 18 de julho de 2011
E para distâncias acima de 42 km? São chamados Endurance?
Sim, podemos chamar de endurance que é uma forma de referirmos aos treinamentos de distâncias maiores relacionadas à resistência aeróbia.
Acima de 42 km são as chamadas ultra-maratonas, são provas que possuem várias distâncias (50, 60 ou até 100 km!) e também podem ser classificadas por tempo (12 horas ou 24 horas, etc).
É importante a quilometragem total da semana, deve-se analisar a distância da prova e programar muita quilometragem. Por exemplo, para uma ultra-maratona de 60 km, pode-se “rodar” até 60-65 km em um único final de semana divididos entre o sábado e domingo, ou sábado uma maior rodagem e domingo o complemento, além dos treinos durante a semana.
Acima de 42 km são as chamadas ultra-maratonas, são provas que possuem várias distâncias (50, 60 ou até 100 km!) e também podem ser classificadas por tempo (12 horas ou 24 horas, etc).
É importante a quilometragem total da semana, deve-se analisar a distância da prova e programar muita quilometragem. Por exemplo, para uma ultra-maratona de 60 km, pode-se “rodar” até 60-65 km em um único final de semana divididos entre o sábado e domingo, ou sábado uma maior rodagem e domingo o complemento, além dos treinos durante a semana.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Como deve ser o treino longo - dentro de um planejamento - para iniciantes nos 5km, para uma prova de 10 km, para meia-maratona e maratona? Qual a quilometragem indicada para treinos longos voltadas para cada uma dessas distâncias?
Por treino longo, entende-se que será uma distância que extrapole a que será percorrida na prova, geralmente utilizamos o final de semana para realização deles.
Para corredores iniciantes nos 5 km, podemos trabalhar em cima de percurso semelhante à prova, pode-se pensar entre 6-7 km uma vez na semana.
Para 10 km, teremos que levar em conta que a intensidade poderá ser determinante. Se fizermos um longo com 8 ou 9 km, por exemplo, em intensidade mais elevada, poderemos realizar os 10 km tranqüilos. Se fizermos um longo de 11 ou 12 km com uma intensidade mais moderada, teremos adaptações fisiológicas que também ajudarão no desempenho dos 10 km.
Para ½ maratona e maratona, teremos algumas particularidades. Não é indicado tentar fazer exatamente a distância da prova, e sim, aumento gradativo trabalhando-se as adaptações aeróbias que ocorrerão. Pode-se incluir treinos dentro do ritmo desejado na prova, o que explica o fato de não ser necessário a distância completa nos treinos.
Explicando em números:
Para ½ maratona, longos de até 18 km, podendo-se ou não “acelerar” o ritmo em alguns treinos.
Para maratona, longos progressivos de 22, 24, 26, 28...até no máximo 36 km.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
Para corredores iniciantes nos 5 km, podemos trabalhar em cima de percurso semelhante à prova, pode-se pensar entre 6-7 km uma vez na semana.
Para 10 km, teremos que levar em conta que a intensidade poderá ser determinante. Se fizermos um longo com 8 ou 9 km, por exemplo, em intensidade mais elevada, poderemos realizar os 10 km tranqüilos. Se fizermos um longo de 11 ou 12 km com uma intensidade mais moderada, teremos adaptações fisiológicas que também ajudarão no desempenho dos 10 km.
Para ½ maratona e maratona, teremos algumas particularidades. Não é indicado tentar fazer exatamente a distância da prova, e sim, aumento gradativo trabalhando-se as adaptações aeróbias que ocorrerão. Pode-se incluir treinos dentro do ritmo desejado na prova, o que explica o fato de não ser necessário a distância completa nos treinos.
Explicando em números:
Para ½ maratona, longos de até 18 km, podendo-se ou não “acelerar” o ritmo em alguns treinos.
Para maratona, longos progressivos de 22, 24, 26, 28...até no máximo 36 km.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Quais os benefícios dos treinos de longa duração?
O treinamento de longa duração engloba uma série de benefícios dentre eles, uma melhora no sistema cardiovascular que é responsável pela permuta entre oferta de O2 (nutrientes) e remoção de produtos de “sobra” metabólica e também substancial melhora nas funções hemodinâmicas.
Também as adaptações aos treinamentos de endurance resultam em resistência a fadiga. Então ocorre um aumento na fibra que liga o capilar ao músculo reduzindo assim a distância em que as moléculas de O2 devem difundir para alcançar as fibras que estão trabalhando. Além disso, a mioglobina muscular aumenta após o treinamento de endurance. Finalmente, ocorrem grandes adaptações na capacidade das células de oxidar combustíveis. O treinamento induz um aumento no VO2máx. Em um indivíduo inicialmente destreinado, o aumento no rendimento cardíaco e outros fatores centrais induzem o aumento cardíaco em aproximadamente metade do aumento em VO2máx. O rendimento cardíaco se eleva como resultado de um volume de pulsação, aumentando enquanto a FCmáx pode ser levemente inferior ou igual a níveis de pré-treinamento. A contratibilidade cardíaca aumenta e a hipertrofia são sugeridas como um mecanismo possível para aumentar o volume de pulsação.
Também as adaptações aos treinamentos de endurance resultam em resistência a fadiga. Então ocorre um aumento na fibra que liga o capilar ao músculo reduzindo assim a distância em que as moléculas de O2 devem difundir para alcançar as fibras que estão trabalhando. Além disso, a mioglobina muscular aumenta após o treinamento de endurance. Finalmente, ocorrem grandes adaptações na capacidade das células de oxidar combustíveis. O treinamento induz um aumento no VO2máx. Em um indivíduo inicialmente destreinado, o aumento no rendimento cardíaco e outros fatores centrais induzem o aumento cardíaco em aproximadamente metade do aumento em VO2máx. O rendimento cardíaco se eleva como resultado de um volume de pulsação, aumentando enquanto a FCmáx pode ser levemente inferior ou igual a níveis de pré-treinamento. A contratibilidade cardíaca aumenta e a hipertrofia são sugeridas como um mecanismo possível para aumentar o volume de pulsação.
terça-feira, 12 de julho de 2011
A IMPORTÂNCIA DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EM LESÃO DE MENISCO/CARTILAGEM
Lesões dos meniscos e da cartilagem articular do joelho são bastante comuns na população geral e em esportistas. A ressonância magnética (RM) é o método de imagem mais adequado para fazer o diagnóstico dessas lesões, assim como determinar seu grau e sua extensão. Este exame complementar é frequentemente solicitado por ortopedistas e médicos do esporte, depois do exame físico e da análise da história clínica, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico e no acompanhamento de seus pacientes atletas e não atletas. As informações obtidas na RM são valiosas para se determinar o tipo de tratamento a ser adotado: clínico conservador, ou cirúrgico.
Os meniscos (medial e lateral) são fibrocartilagens que possuem várias funções no joelho como, por exemplo, contribuir para a estabilidade articular e proteção contra impacto. A cartilagem é uma camada que reveste toda a superfície articular do fêmur, tíbia e patela (rótula), e também tem função protetora sobre os ossos do joelho, além de promover o adequado deslize entre estes ossos nos movimentos da articulação.
As lesões meniscais e de cartilagem podem ser agudas ou crônicas:
As lesões agudas meniscais e condrais (de cartilagem) em esportistas são geralmente traumáticas, decorrentes de entorses, e podem ou não estar associadas a outras lesões (fraturas, contusões ósseas, lesões ligamentares, etc.
A RM revelará se há rotura meniscal, em qual dos meniscos ela se situa, além de determinar a configuração da rotura (longitudinal, oblíqua, horizontal, tipo alça de balde, etc) e a sua extensão: se compromete apenas uma porção do menisco ou se estende por todo ele.
Lesões agudas - As lesões agudas de cartilagem também são muito bem identificadas nos exames de ressonância magnética do joelho. Elas podem se apresentar como áreas de afilamento variável, desde uma leve erosão superficial até o extremo de perda completa, com exposição do osso subcondral (subjacente). Em alguns casos, há desprendimento de fragmentos de cartilagem, que se soltam e se tornam corpos livres intra-articulares, causando sintomas específicos. Lesões Meniscais - Lesões meniscais crônicas são de causa degenerativa (desgaste), sem que haja necessariamente um episódio traumático ou rotura propriamente dita. Estas alterações se iniciam em pacientes acima dos 30 anos. Como há uma relação próxima entre meniscos e a cartilagem articular, lesões/roturas crônicas em meniscos podem levar a alterações degenerativas e erosões/afilamento da cartilagem articular, causando diminuição na resistência à carga vertical e impactos. Pacientes ou atletas mais velhos, geralmente acima dos 50 anos, já podem ter algum grau de osteoartrose do joelho (processo degenerativo osteoarticular), e a RM complementa de forma muito mais detalhada a avaliação dos meniscos e da cartilagem articular, visto que as radiografias iniciais são insuficientes para este tipo de diagnóstico. A ressonância magnética tem altíssima sensibilidade e especificidade para fazer o diagnóstico de lesões meniscais e condrais, quando interpretada por um radiologista com experiência em músculo-esquelético. Por isso, este exame quase que invariavelmente complementa a avaliação clínica em algum momento do acompanhamento dos pacientes e atletas.
Por Dr. Milton Miszputen
Lesões agudas - As lesões agudas de cartilagem também são muito bem identificadas nos exames de ressonância magnética do joelho. Elas podem se apresentar como áreas de afilamento variável, desde uma leve erosão superficial até o extremo de perda completa, com exposição do osso subcondral (subjacente). Em alguns casos, há desprendimento de fragmentos de cartilagem, que se soltam e se tornam corpos livres intra-articulares, causando sintomas específicos. Lesões Meniscais - Lesões meniscais crônicas são de causa degenerativa (desgaste), sem que haja necessariamente um episódio traumático ou rotura propriamente dita. Estas alterações se iniciam em pacientes acima dos 30 anos. Como há uma relação próxima entre meniscos e a cartilagem articular, lesões/roturas crônicas em meniscos podem levar a alterações degenerativas e erosões/afilamento da cartilagem articular, causando diminuição na resistência à carga vertical e impactos. Pacientes ou atletas mais velhos, geralmente acima dos 50 anos, já podem ter algum grau de osteoartrose do joelho (processo degenerativo osteoarticular), e a RM complementa de forma muito mais detalhada a avaliação dos meniscos e da cartilagem articular, visto que as radiografias iniciais são insuficientes para este tipo de diagnóstico. A ressonância magnética tem altíssima sensibilidade e especificidade para fazer o diagnóstico de lesões meniscais e condrais, quando interpretada por um radiologista com experiência em músculo-esquelético. Por isso, este exame quase que invariavelmente complementa a avaliação clínica em algum momento do acompanhamento dos pacientes e atletas.
Por Dr. Milton Miszputen
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Relato da Daniela Barcelos sobre a o Circuito das Estações - Etapa de Invero
Domingo, 3 de julho, milhares de pessoas estavam reunidas para vencer mais um desafio na vida de corredor: os 10Km da segunda etapa Circuito das Estações em São Paulo.
O dia estava com um excelente clima para correr, que favorece e muito para nós corredores.
Cheguei cedo e após retirar meu chip fui direto para a barraca da Race que sempre me recebe sempre muito bem e passa uma energia mais que positiva.
Conversei com alguns alunos sobre corridas e assim chegado próximo o momento da largada, fui até o pórtico para me posicionar.
Ao som da buzina a corrida iniciou. Mais uma prova de 10Km nestes meus 10 anos de corrida, sendo que a Race está presente em 6 anos de todos estes. Parece que foi ontem, quando meu irmão levou-me até a USP e conheci os professores e profissionais da Race e todo apoio necessário a minha vida de corredora.
Essa prova foi diferente para mim. Pois na largada eu vi que pelo menos umas 5 meninas estavam a minha frente. Quando entramos na Avenida Pacaembu comecei a alcançá-las e depois passei todas. Eu me mantive em 1ª até aproximadamente o quilômetro 4. Isso nunca isso havia acontecido, é uma sensação muito boa e indescritível, parecia até um sonho rsrs.
Mas após o quilômetro 5 duas meninas passaram por mim, mas segurei o ritmo e garanti o 3º lugar. Um resultado que para mim foi duplamente comemorado: o pódium e a minha melhor marca nos 10Km.
Este resultado eu dedico a equipe Race, tenho um enorme carinho e gratidão a todos. Vocês me ensinaram a correr! Foram e são essenciais na minha melhora, pelo fornecimento de orientações, dicas, apoio e amizade.
Foi através da Race que conheci o real mundo da corrida.
Ótimos treinos e provas a todos e até a próxima!
Daniela Barcelos
O dia estava com um excelente clima para correr, que favorece e muito para nós corredores.
Cheguei cedo e após retirar meu chip fui direto para a barraca da Race que sempre me recebe sempre muito bem e passa uma energia mais que positiva.
Conversei com alguns alunos sobre corridas e assim chegado próximo o momento da largada, fui até o pórtico para me posicionar.
Ao som da buzina a corrida iniciou. Mais uma prova de 10Km nestes meus 10 anos de corrida, sendo que a Race está presente em 6 anos de todos estes. Parece que foi ontem, quando meu irmão levou-me até a USP e conheci os professores e profissionais da Race e todo apoio necessário a minha vida de corredora.
Essa prova foi diferente para mim. Pois na largada eu vi que pelo menos umas 5 meninas estavam a minha frente. Quando entramos na Avenida Pacaembu comecei a alcançá-las e depois passei todas. Eu me mantive em 1ª até aproximadamente o quilômetro 4. Isso nunca isso havia acontecido, é uma sensação muito boa e indescritível, parecia até um sonho rsrs.
Mas após o quilômetro 5 duas meninas passaram por mim, mas segurei o ritmo e garanti o 3º lugar. Um resultado que para mim foi duplamente comemorado: o pódium e a minha melhor marca nos 10Km.
Este resultado eu dedico a equipe Race, tenho um enorme carinho e gratidão a todos. Vocês me ensinaram a correr! Foram e são essenciais na minha melhora, pelo fornecimento de orientações, dicas, apoio e amizade.
Foi através da Race que conheci o real mundo da corrida.
Ótimos treinos e provas a todos e até a próxima!
Daniela Barcelos
sexta-feira, 1 de julho de 2011
PESQUISA INTERESSANTE!
O corredor da Race Pedro Moreira gostaria de saber a sua opinião e pedir alguns momentos de sua atenção para responder um questionário (prometo que é bem rápido!!) que será de suma importância para avaliarmos se um negócio é sustentável ou não. O nosso objetivo é oferecer mais comodidade aos atletas que participam de corridas de rua na retirada do kit. O questionário não vai demorar mais do que 2 minutos. Acesse, http://tinyurl.com/3fxj6c7
Gostaria de agradecer à RACE pelo apoio, e a todos que responderam à pesquisa.
Gostaria de agradecer à RACE pelo apoio, e a todos que responderam à pesquisa.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Treino no Inverno
Você quer motivo maior para treinar no inverno do que saber que ele é o prazo final para se obter resultados reais antes do tão esperado verão?
Sim, pois deixar para malhar lá pelos meados de outubro, novembro sendo épocas da chegada do calor e receber uma “magia” que nos modifique e nos deixe em plena forma apenas dentro desse período fica quase impossível.
Nosso organismo precisa o tempo todo de atenção e os devidos cuidados com a saúde e o inverno com as suas baixas temperaturas não é diferente. Devemos lembrar que as comidas e também as guloseimas de inverno, além de tentadoras, são muito calóricas e sem atividade física a relação consumo/gasto calórico ficará muito mais pendente para o lado do consumo. Trágico não???
Sabemos que no frio, o nosso organismo “pede” mais alimentos, nossa fome aumenta e o cuidado na ingestão de mais calorias deve ser redobrado. E, portanto, o exercício físico retoma seu papel fundamental nesse equilíbrio.
Não é necessário que o indivíduo altere substancialmente sua rotina de treino, mas algumas coisinhas podem ser consideradas. Independentemente do tempo total da sessão de treino, o aquecimento passa a ter uma função ainda mais importante: dedique-se a ele. Como?
Sugestão: você poderá fazer um breve trote de 5 minutos no máximo, depois sim o seu alongamento habitual e iniciar o treino!
Outra dica: hidratação.
Mantenha o consumo de água! A hidratação é necessária sempre e por estar frio, não sentimos tanta sede e também necessidade de nos refrescar, e é aí que cometemos esse erro, pois é necessário ingerir aproximadamente 2 litros de água por dia (que pode ser também na forma de sucos, chá etc).
Devemos sempre manter a atividade física como qualidade de vida, no inverno também! Afinal, o verão vem logo após, e precisamos chegar em forma a tempo e não tentar adquirir tudo em cima da hora!
Sim, pois deixar para malhar lá pelos meados de outubro, novembro sendo épocas da chegada do calor e receber uma “magia” que nos modifique e nos deixe em plena forma apenas dentro desse período fica quase impossível.
Nosso organismo precisa o tempo todo de atenção e os devidos cuidados com a saúde e o inverno com as suas baixas temperaturas não é diferente. Devemos lembrar que as comidas e também as guloseimas de inverno, além de tentadoras, são muito calóricas e sem atividade física a relação consumo/gasto calórico ficará muito mais pendente para o lado do consumo. Trágico não???
Sabemos que no frio, o nosso organismo “pede” mais alimentos, nossa fome aumenta e o cuidado na ingestão de mais calorias deve ser redobrado. E, portanto, o exercício físico retoma seu papel fundamental nesse equilíbrio.
Não é necessário que o indivíduo altere substancialmente sua rotina de treino, mas algumas coisinhas podem ser consideradas. Independentemente do tempo total da sessão de treino, o aquecimento passa a ter uma função ainda mais importante: dedique-se a ele. Como?
Sugestão: você poderá fazer um breve trote de 5 minutos no máximo, depois sim o seu alongamento habitual e iniciar o treino!
Outra dica: hidratação.
Mantenha o consumo de água! A hidratação é necessária sempre e por estar frio, não sentimos tanta sede e também necessidade de nos refrescar, e é aí que cometemos esse erro, pois é necessário ingerir aproximadamente 2 litros de água por dia (que pode ser também na forma de sucos, chá etc).
Devemos sempre manter a atividade física como qualidade de vida, no inverno também! Afinal, o verão vem logo após, e precisamos chegar em forma a tempo e não tentar adquirir tudo em cima da hora!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Hidratação com carboidratos durante as corridas
Tem dúvidas sobre a hora certa de se hidratar com carboidratos nos treinos ou em uma corrida? Confira 5 passos para ter uma hidratação perfeita.
Uma dúvida muito frequente entre os corredores de rua é sobre qual a hora certa de hidratar-se com carboidratos em um treino ou em provas. Para resolver esse problema que assombra, e muitas vezes atrapalha o desempenho, faremos os 5 passos para a hidratação perfeita!
1- O uso de carboidratos só deve ser iniciado a partir de 1 hora de exercício, antes disso apenas mantenha a hidratação com água.
2- Após 1 hora de corrida, o organismo já começa a perder eletrólitos (sais minerais) e a depleção de glicogênio (perda de carboidratos) começa a prejudicar a performance, portanto, agora é a hora de pensar em uma bebida esportiva, ou nos géis a base de hidratos de carbono.
3- Uma opção para corridas mais longas é a cinta de hidratação, na qual geralmente existem de 3 a 5 compartimentos que comportam de 200 a 300 ml, nos quais podemos utilizar as bebidas esportivas. Um exemplo é a maltodextrina (uma ótima opção de carboidrato), que fornece energia durante as atividades físicas intensas e de longa duração, através da liberação da glicose para a circulação, reduzindo a fadiga muscular.
Para a maltodextrina atingir uma absorção satisfatória e eficiente, a diluição tem que ficar em torno de 6 a 10%. Outra opção é o gel de hidratação, que fornece um mix de carboidratos (geralmente frutose e maltodextrina) que age da mesma forma que as bebidas esportivas. A única diferença é que não se pode tomá-lo sem a ingestão de água na sequencia, pois, por ser muito concentrado, o gel pode causar desconforto gástrico e não agir da maneira correta, portanto, é muito importante tomá-lo com 200 ml de água.
4- Durante a prova, após ter feito a primeira hidratação com carboidratos, as demais devem ser feitas a cada 20 a 30 minutos, dependendo muito das condições climáticas.
5- Uma dica fundamental é sempre estudar o percurso e a altimetria da prova, além de saber em quais quilômetros estarão os pontos de hidratação para poder traçar a melhor estratégia e bater seus recordes pessoais!
Por Marco F. Jafet, da Jafet Nutrição, parceiro da RACE
http://www.jafetnutricao.com.br/
Uma dúvida muito frequente entre os corredores de rua é sobre qual a hora certa de hidratar-se com carboidratos em um treino ou em provas. Para resolver esse problema que assombra, e muitas vezes atrapalha o desempenho, faremos os 5 passos para a hidratação perfeita!
1- O uso de carboidratos só deve ser iniciado a partir de 1 hora de exercício, antes disso apenas mantenha a hidratação com água.
2- Após 1 hora de corrida, o organismo já começa a perder eletrólitos (sais minerais) e a depleção de glicogênio (perda de carboidratos) começa a prejudicar a performance, portanto, agora é a hora de pensar em uma bebida esportiva, ou nos géis a base de hidratos de carbono.
3- Uma opção para corridas mais longas é a cinta de hidratação, na qual geralmente existem de 3 a 5 compartimentos que comportam de 200 a 300 ml, nos quais podemos utilizar as bebidas esportivas. Um exemplo é a maltodextrina (uma ótima opção de carboidrato), que fornece energia durante as atividades físicas intensas e de longa duração, através da liberação da glicose para a circulação, reduzindo a fadiga muscular.
Para a maltodextrina atingir uma absorção satisfatória e eficiente, a diluição tem que ficar em torno de 6 a 10%. Outra opção é o gel de hidratação, que fornece um mix de carboidratos (geralmente frutose e maltodextrina) que age da mesma forma que as bebidas esportivas. A única diferença é que não se pode tomá-lo sem a ingestão de água na sequencia, pois, por ser muito concentrado, o gel pode causar desconforto gástrico e não agir da maneira correta, portanto, é muito importante tomá-lo com 200 ml de água.
4- Durante a prova, após ter feito a primeira hidratação com carboidratos, as demais devem ser feitas a cada 20 a 30 minutos, dependendo muito das condições climáticas.
5- Uma dica fundamental é sempre estudar o percurso e a altimetria da prova, além de saber em quais quilômetros estarão os pontos de hidratação para poder traçar a melhor estratégia e bater seus recordes pessoais!
Por Marco F. Jafet, da Jafet Nutrição, parceiro da RACE
http://www.jafetnutricao.com.br/
terça-feira, 14 de junho de 2011
Continuação da matéria das mulheres...
Para você que não sabe, o crescente aumento da participação das mulheres em treinos e corridas vem contribuindo, e muito, sob vários aspectos à serem observados.
Você, homem, já correu ao lado de uma mulher que é determinada? Caso afirmativo, você deve ter percebido que ela foi detalhista em relação ao conteúdo do treino, obedecendo ritmo, a distância, a hidratação e tudo que envolve a boa performance e que foi previamente determinada pelo professor!
Existem também os casos de mulheres que passaram a freqüentar os grupos de corrida, também as corridas de rua e, por assim dizer, se apaixonaram tanto que esse entusiasmo contagiou até quem não dava tanta bola para a corrida: seus maridos, noivos ou namorados! Sabemos de casos em que o casal somente corre por causa da “teimosia” da mulher em incentivar o homem.
Casal unido, corre unido certo? Nem sempre.
O marido já corria pelas ruas de São Paulo há um bom tempo e de tanto ver e acompanhar as suas performances, ela decidiu que correria também e qual foi o resultado disso? Hoje em dia, o tempo da mulher nos 10 km supera o do marido, é a garra feminina em ação de novo.
Outra vantagem: fica fácil presentear a pessoa, pois caso você já não tenha mais criatividade na escolha do presente de aniversário ou Natal que tal um tênis no modelo e cor que ela gosta? Ou aquele frequencímetro tão necessário na corrida?
A procura por provas pelas mulheres chegou a tal ponto que foi necessário organizar provas exclusivas para elas e olha que o número de inscrições nessas provas sempre se esgota muito antes da data! Com certeza, as ruas ficam muito mais bonitas com a presença delas.
Outra vantagem em relação à participação feminina: a companhia em uma sessão de treino ou numa prova. A determinação feminina faz com que se cumpra o objetivo traçado.
E quanto às viagens? Nada melhor do que ter uma parceira corredora e combinar uma viagem e participar de determinada prova, pelo Brasil ou no exterior, assim termos motivos a mais para planejar novas aventuras.
Assim parece que realmente surgiram novas parceiras/amigas/namoradas/esposas atletas corredoras para a classe masculina não ter do que reclamar. As vantagens , como vimos, são inúmeras, só não vale reclamar que elas estão muito aceleradas...
Você, homem, já correu ao lado de uma mulher que é determinada? Caso afirmativo, você deve ter percebido que ela foi detalhista em relação ao conteúdo do treino, obedecendo ritmo, a distância, a hidratação e tudo que envolve a boa performance e que foi previamente determinada pelo professor!
Existem também os casos de mulheres que passaram a freqüentar os grupos de corrida, também as corridas de rua e, por assim dizer, se apaixonaram tanto que esse entusiasmo contagiou até quem não dava tanta bola para a corrida: seus maridos, noivos ou namorados! Sabemos de casos em que o casal somente corre por causa da “teimosia” da mulher em incentivar o homem.
Casal unido, corre unido certo? Nem sempre.
O marido já corria pelas ruas de São Paulo há um bom tempo e de tanto ver e acompanhar as suas performances, ela decidiu que correria também e qual foi o resultado disso? Hoje em dia, o tempo da mulher nos 10 km supera o do marido, é a garra feminina em ação de novo.
Outra vantagem: fica fácil presentear a pessoa, pois caso você já não tenha mais criatividade na escolha do presente de aniversário ou Natal que tal um tênis no modelo e cor que ela gosta? Ou aquele frequencímetro tão necessário na corrida?
A procura por provas pelas mulheres chegou a tal ponto que foi necessário organizar provas exclusivas para elas e olha que o número de inscrições nessas provas sempre se esgota muito antes da data! Com certeza, as ruas ficam muito mais bonitas com a presença delas.
Outra vantagem em relação à participação feminina: a companhia em uma sessão de treino ou numa prova. A determinação feminina faz com que se cumpra o objetivo traçado.
E quanto às viagens? Nada melhor do que ter uma parceira corredora e combinar uma viagem e participar de determinada prova, pelo Brasil ou no exterior, assim termos motivos a mais para planejar novas aventuras.
Assim parece que realmente surgiram novas parceiras/amigas/namoradas/esposas atletas corredoras para a classe masculina não ter do que reclamar. As vantagens , como vimos, são inúmeras, só não vale reclamar que elas estão muito aceleradas...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Evolução da participação das mulheres
Se você já esteve em alguma prova e de repente passa por você aquela pessoa, sexo oposto, inteira, respiração tranqüila, passadas firmes...não se assuste! São “os dias de hoje”. Elas vieram para ficar!
Se em outras épocas já não era tão comum ver um homem correndo sozinho pelas ruas ou em grupos participando de treinamentos, o que diríamos de uma mulher nessas mesmas condições?
Tudo mudou (e para melhor!), mais pessoas em parques, treinos e provas correndo. Claro que as mulheres entraram na “correria”. Quem acompanha as corridas percebeu um súbito aumento na participação delas.
E ainda, nós treinadores, percebemos o interesse e a forma detalhada e minuciosa – que já é peculiar às mulheres – na maneira de compartilhar informações, de aprender sobre o contexto da corrida e, assim, se interar nesse mundo que cada vez cresce mais.
Compreendendo tudo o que envolve essa atividade física desde o porquê de um exame médico, de uma avaliação física e de um acompanhamento de um profissional de Educação Física, elas notaram e comprovaram que podem estabelecer limites e superá-los!!! Afinal, sabemos que a mulher normalmente se dedica mais em todos os ramos de qualquer atividade devido à sua alta capacidade de percepção.
Às vezes até limites superiores ao de um homem, comparados dentro de alguns critérios proporcionalmente pré-estabelecidos, em outras palavras, uma mulher de 40 anos pode ter tempos na corrida proporcionalmente melhores que um homem de 25!!
Elas realmente são poderosas!!!!!!!
Por: Fernando Pessoa, professor da RACE
Se em outras épocas já não era tão comum ver um homem correndo sozinho pelas ruas ou em grupos participando de treinamentos, o que diríamos de uma mulher nessas mesmas condições?
Tudo mudou (e para melhor!), mais pessoas em parques, treinos e provas correndo. Claro que as mulheres entraram na “correria”. Quem acompanha as corridas percebeu um súbito aumento na participação delas.
E ainda, nós treinadores, percebemos o interesse e a forma detalhada e minuciosa – que já é peculiar às mulheres – na maneira de compartilhar informações, de aprender sobre o contexto da corrida e, assim, se interar nesse mundo que cada vez cresce mais.
Compreendendo tudo o que envolve essa atividade física desde o porquê de um exame médico, de uma avaliação física e de um acompanhamento de um profissional de Educação Física, elas notaram e comprovaram que podem estabelecer limites e superá-los!!! Afinal, sabemos que a mulher normalmente se dedica mais em todos os ramos de qualquer atividade devido à sua alta capacidade de percepção.
Às vezes até limites superiores ao de um homem, comparados dentro de alguns critérios proporcionalmente pré-estabelecidos, em outras palavras, uma mulher de 40 anos pode ter tempos na corrida proporcionalmente melhores que um homem de 25!!
Elas realmente são poderosas!!!!!!!
Por: Fernando Pessoa, professor da RACE
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