“Movimento involuntário mexe tanto com a movimentação da corrida quanto do respirar”.
Inspirar e expirar. Automático, o movimento da respiração quase não é notado. Apenas fazemos. Mas controlar esse ato involuntário pode ser um problema durante a corrida, principalmente para os iniciantes. Na verdade, o mais importante é que durante a corrida o atleta deixe a respiração o mais natural possível, não tentando ritmá-la com as passadas, que é um grande erro. José Kawazoe Lazzoli, médico especializado em medicina do esporte, acredita que uma das grandes causas do baixo rendimento dos atletas em provas ou treinos é quando se respira pela boca. “A inspiração pela boca acaba ressecando as vias aéreas. Além disso, o nariz possui uma espécie de ‘filtro’ para impurezas maiores do ar inspirado. Com isso a respiração fica mais difícil”, alerta.
BOCA ABERTA OU FECHADA
A verdade: não existe regra ou base científica que diga como deve ser a respiração, de boca aberta ou fechada. Quando recebemos uma orientação que corrige a nossa respiração, podemos estar atrapalhando o sistema regulador. Este tem um centro de controle no cérebro que recebe informações detectadas por receptores sensíveis às variáveis que a respiração controla.
DOR DO LADO
Também conhecida como “dor no flanco”, ela aparece no hipocôndrio – parte baixa do abdome –, na região do fígado, logo abaixo das últimas costelas do lado direito (e, raramente, no esquerdo). Surge sempre como uma dor intensa e aguda no decorrer de exercícios, principalmente durante a corrida e natação. “Essa dor se deve a uma momentânea falta de oxigênio no diafragma (importante músculo que é essencial para a respiração) ou a uma distensão nos ligamentos suspensores do fígado”, explica Flávio Freire, diretor técnico da Flávio Freire Assessoria Esportiva. Quando o corredor sente a dor, sua primeira reação é parar, mas não é necessário suspender o treino. Basta diminuir a intensidade da corrida que a dor desaparece e pouco tempo, permitindo que se retorne ao ritmo anterior.
Por Revista O2 – março de 2011
Race Consultoria Esportiva. Treinamento personalizado nas modalidades caminhada, corrida, triathlon, ciclismo e corridas de aventura.
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Entrevista com Fernando Pessoa: DORES DE TREINO
Quais são as causas dessas dores de inicio de treinamento?
Em relação ao iniciante, podemos entender que essas dores são decorrentes de “micro” rupturas nas fibras musculares envolvidas no esforço. A adaptação da musculatura ao esforço faz com que essas dores desapareçam com a sequência dos treinos.
Geralmente, os iniciantes quando sentem essas dores, costumam interromper os treinamentos. Isso é certo ou errado?
Errado, pois devemos dar continuidade ao trabalho, porém de uma forma menos intensa, e assim adquirir o condicionamento e adaptação geral ao exercício.
Como evitar essas dores pós-treino?
Conhecendo os limites do praticante (através de testes físicos e avaliação médica), podemos identificar o que poderá ser um treino de baixa, média ou alta intensidade. No caso do iniciante, o primeiro ciclo de treinos será na baixa intensidade sempre.
Quais são os cuidados que um iniciante precisa ter para evitar essas dores?
O praticante de qualquer atividade física sempre deve passar inicialmente por consulta médica, realizar exames clínicos e avaliação física.
O passo seguinte será o de consultar um profissional de Educação Física para organizar e quantificar o seu programa de treinamento. Deve-se respeitar a individualidade de cada um e começar de forma leve e gradativa para se obter os melhores resultados.
Fique a vontade para fazer alguma consideração sobre o tema. Algo que gostaria de citar e não foi perguntado.
A corrida de rua atingiu patamares nunca antes imaginados no que se diz respeito ao número de praticantes, divulgação, quantidade de provas e tudo mais que envolve o mundo das corridas de rua. Portanto, novos grupos de amigos, assessorias especializadas, viagens para locais distantes em busca de provas e, principalmente, atingir metas pessoais, são os efeitos que essa modalidade proporciona aos praticantes. Em outras palavras, uma febre!
Hoje em dia, deparamos com situações que fogem ao controle do professor pois muitas pessoas sentem-se verdadeiros atletas de competição e arriscam-se em treinos ou provas que não condizem com sua realidade físico e/ou emocional. Devemos tomar cuidado e não sermos precipitados pois o corpo tem limites e eles devem ser sempre respeitados. Ouça seu treinador/professor e seja ponderado!
Bons treinos, boas provas!!!!!!
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
Em relação ao iniciante, podemos entender que essas dores são decorrentes de “micro” rupturas nas fibras musculares envolvidas no esforço. A adaptação da musculatura ao esforço faz com que essas dores desapareçam com a sequência dos treinos.
Geralmente, os iniciantes quando sentem essas dores, costumam interromper os treinamentos. Isso é certo ou errado?
Errado, pois devemos dar continuidade ao trabalho, porém de uma forma menos intensa, e assim adquirir o condicionamento e adaptação geral ao exercício.
Como evitar essas dores pós-treino?
Conhecendo os limites do praticante (através de testes físicos e avaliação médica), podemos identificar o que poderá ser um treino de baixa, média ou alta intensidade. No caso do iniciante, o primeiro ciclo de treinos será na baixa intensidade sempre.
Quais são os cuidados que um iniciante precisa ter para evitar essas dores?
O praticante de qualquer atividade física sempre deve passar inicialmente por consulta médica, realizar exames clínicos e avaliação física.
O passo seguinte será o de consultar um profissional de Educação Física para organizar e quantificar o seu programa de treinamento. Deve-se respeitar a individualidade de cada um e começar de forma leve e gradativa para se obter os melhores resultados.
Fique a vontade para fazer alguma consideração sobre o tema. Algo que gostaria de citar e não foi perguntado.
A corrida de rua atingiu patamares nunca antes imaginados no que se diz respeito ao número de praticantes, divulgação, quantidade de provas e tudo mais que envolve o mundo das corridas de rua. Portanto, novos grupos de amigos, assessorias especializadas, viagens para locais distantes em busca de provas e, principalmente, atingir metas pessoais, são os efeitos que essa modalidade proporciona aos praticantes. Em outras palavras, uma febre!
Hoje em dia, deparamos com situações que fogem ao controle do professor pois muitas pessoas sentem-se verdadeiros atletas de competição e arriscam-se em treinos ou provas que não condizem com sua realidade físico e/ou emocional. Devemos tomar cuidado e não sermos precipitados pois o corpo tem limites e eles devem ser sempre respeitados. Ouça seu treinador/professor e seja ponderado!
Bons treinos, boas provas!!!!!!
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
quinta-feira, 24 de março de 2011
Depoimento por Bia Neres: prova de triathlon que mais gostou!
A prova que mais gostei de fazer foi o meu primeiro olímpico: 1.5K natação; 40k bike e 10K corrida.
Esta prova, patrocinada pela Federação Paulista de Triathlon, ocorreu em Brotas em dezembro de 2010. A Federação chamou os 70 melhores atletas (amadores) de todo o Brasil para participar do evento.
Considero como a melhor prova, pois, além de ter sido um desafio (dobrar as distâncias de prova que fazia anteriormente), foi uma superação encarar um pedal com 20 K de subida muito íngreme, fechando com uma corrida de 10K forte. O dia estava muito quente e conquistei a segunda colocação.
A experiência de saber que poderia SIM terminar uma prova mais longa e com maoires desafios me fez criar novas metas e um objetivo muito maior: Olimpíadas 2016!!!!!!
Esta prova, patrocinada pela Federação Paulista de Triathlon, ocorreu em Brotas em dezembro de 2010. A Federação chamou os 70 melhores atletas (amadores) de todo o Brasil para participar do evento.
Considero como a melhor prova, pois, além de ter sido um desafio (dobrar as distâncias de prova que fazia anteriormente), foi uma superação encarar um pedal com 20 K de subida muito íngreme, fechando com uma corrida de 10K forte. O dia estava muito quente e conquistei a segunda colocação.
A experiência de saber que poderia SIM terminar uma prova mais longa e com maoires desafios me fez criar novas metas e um objetivo muito maior: Olimpíadas 2016!!!!!!
quarta-feira, 23 de março de 2011
MUSCULAÇÃO X CORRIDA
Não é mais novidade que a corrida de rua atingiu patamares até então inimagináveis. Muitos são os praticantes e muitos são os objetivos também. Porém, o que pouca gente sabe é que existe uma ferramenta comum à todos e que pode ajudar-nos a atingir nossos objetivos de uma forma a minimizar problemas decorrentes da prática da atividade física: a musculação.
Quando praticamos qualquer atividade física, solicitamos trabalho muscular. Trabalho esse que envolve também articulações, tendões e ligamentos. Esse conjunto de ações precisa se desenvolver de modo que não ocorra prejuízo para nenhum componente. A musculação passa a ter, portanto, papel fundamental ajudando à fortalecer a massa muscular para que ocorra uma melhor qualidade de contração e “proteção” para as articulações, os tendões e os ligamentos evitando que esses recebam uma carga de trabalho maior do que deveria.
Quando aumentamos a massa muscular (também conhecida como a massa magra) melhoramos a capacidade do músculo em armazenar energia e consequentemente melhoramos a captação de oxigênio e assim, melhor performance.
A musculação pode também melhorar a mecânica do movimento, uma vez que com mais oxigênio na musculatura, podemos executar os movimentos específicos da corrida com mais economia. Isso também explica o fato de que não podemos nos prender naquela falsa idéia de que a musculação deixa o corredor mais “lento”.
Outro fator muito importante da musculação: prevenção de lesões. Sabemos que musculatura fortalecida suporta cargas e estímulos mais intensos evitando contraturas musculares, estiramentos, torções em articulações ou sobrecarga nos tendões e ligamentos.
Quanto às sessões de treino, podemos fazer a musculação em qualquer lugar e com vários tipos de equipamentos. Podemos também dispor de todo tipo de tempo para a sessão de 15 minutos até 1 hora, por exemplo.
A carga deverá ser sempre prescrita por um profissional de Educação Física que quantificará o percentual da carga, que normalmente fica entre 50 e 60% da carga máxima (é a maior carga que conseguimos executar em 1 repetição) e também utiliza-se entre 3 e 4 séries de 20 repetições com intervalos de 1 entre cada série.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
Quando praticamos qualquer atividade física, solicitamos trabalho muscular. Trabalho esse que envolve também articulações, tendões e ligamentos. Esse conjunto de ações precisa se desenvolver de modo que não ocorra prejuízo para nenhum componente. A musculação passa a ter, portanto, papel fundamental ajudando à fortalecer a massa muscular para que ocorra uma melhor qualidade de contração e “proteção” para as articulações, os tendões e os ligamentos evitando que esses recebam uma carga de trabalho maior do que deveria.
Quando aumentamos a massa muscular (também conhecida como a massa magra) melhoramos a capacidade do músculo em armazenar energia e consequentemente melhoramos a captação de oxigênio e assim, melhor performance.
A musculação pode também melhorar a mecânica do movimento, uma vez que com mais oxigênio na musculatura, podemos executar os movimentos específicos da corrida com mais economia. Isso também explica o fato de que não podemos nos prender naquela falsa idéia de que a musculação deixa o corredor mais “lento”.
Outro fator muito importante da musculação: prevenção de lesões. Sabemos que musculatura fortalecida suporta cargas e estímulos mais intensos evitando contraturas musculares, estiramentos, torções em articulações ou sobrecarga nos tendões e ligamentos.
Quanto às sessões de treino, podemos fazer a musculação em qualquer lugar e com vários tipos de equipamentos. Podemos também dispor de todo tipo de tempo para a sessão de 15 minutos até 1 hora, por exemplo.
A carga deverá ser sempre prescrita por um profissional de Educação Física que quantificará o percentual da carga, que normalmente fica entre 50 e 60% da carga máxima (é a maior carga que conseguimos executar em 1 repetição) e também utiliza-se entre 3 e 4 séries de 20 repetições com intervalos de 1 entre cada série.
Por Fernando Pessoa - Professor da RACE
terça-feira, 22 de março de 2011
Entrevista com Bia Neres!!
A mais nova aluna da RACE, a triatleta Bia Neres, que no começo de 2011 participou da prova Internacional de Triathlon em Santos e conquistou a primeira colocação no geral feminino amador, sendo a quinta melhor colocada na categoria profissional, com um tempo de 2 horas e 16 minutos, contou para a RACE algumas curiosidades sobre sua carreira.
A quanto tempo pratica o triathlon?
10 meses.
Qual foi o motivo que te levou a fazer triathlon?
União de três esportes que desafiam o corpo e a mente. Vontade de me superar em cada uma das modalidades.
Como é a sua rotina de treinamento? Quantas vezes por semana, quantas horas por dia? Como você fez a divisão dos esportes que pratica em cada dia?
Treino de segunda a sábado, divididos em segunda (natação e corrida) terça (pedal, musculação e natação) quarta (natação, corrida, os dois tiros) quinta (pedal, musculação e natação) sexta( musculação, corrida e natação) sábados (transição, os três).
Treino em média 4 horas ao dia, divididos em manhã e noite.
Em qual modalidade que você se considera mais forte? E mais fraca?
Modalidade mais forte: corrida; mais fraca: pedal.
Como você vê o triathlon no Brasil?
Fraco comparando mundialmente e com grandes oportunidades no feminino. O masculino é mais competitivo e com um melhor nível mundial.
Quantas provas você participa por mês?
Uma ou duas no máximo.
A quanto tempo pratica o triathlon?
10 meses.
Qual foi o motivo que te levou a fazer triathlon?
União de três esportes que desafiam o corpo e a mente. Vontade de me superar em cada uma das modalidades.
Como é a sua rotina de treinamento? Quantas vezes por semana, quantas horas por dia? Como você fez a divisão dos esportes que pratica em cada dia?
Treino de segunda a sábado, divididos em segunda (natação e corrida) terça (pedal, musculação e natação) quarta (natação, corrida, os dois tiros) quinta (pedal, musculação e natação) sexta( musculação, corrida e natação) sábados (transição, os três).
Treino em média 4 horas ao dia, divididos em manhã e noite.
Em qual modalidade que você se considera mais forte? E mais fraca?
Modalidade mais forte: corrida; mais fraca: pedal.
Como você vê o triathlon no Brasil?
Fraco comparando mundialmente e com grandes oportunidades no feminino. O masculino é mais competitivo e com um melhor nível mundial.
Quantas provas você participa por mês?
Uma ou duas no máximo.
quinta-feira, 17 de março de 2011
CORRIDA X FUMO
Benefícios da corrida:
• Recupera o fôlego e a capacidade física
• Ajuda a manter o peso ideal
• Muito mais saúde e disposição para o cotidiano
• Oxigena pulmões e sangue
• Alivia o estresse e a ansiedade
• Melhora o desemprenho profissional
• Melhora o desempenho sexual
• Desvia atenção do desejo de fumar
• Evita recaídas para voltar a fumar
A partir do instante que parar de fumar:
• Após 20 minutos: a pressão arterial e a pulsação voltam ao normal
• Após 2 horas: a nicotina não circula mais no sangue
• Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• Após 2 dias: melhora do olfato para os odores e do paladar para o sabor
• Após 3 semanas: a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora
• Após 5 a 10 anos: o risco de infarto é igual ao de quem nunca fumou
• Após 20 anos: o risco de câncer de pulmão é igual ao de quem nunca fumou
Dicas para parar de fumar:
• Praticar atividades físicas prazerosas e esportes em vez de fumar
• Alertas pessoas próximas. Jogue fora maços, cinzeiros, isqueiros, fósforos
• Não desistir na primeira tentativa, mas se preparar para os primeiros dias
• Fumantes precisam de ajuda médica, tratamento químico e psicológico
• Cuidado com café, álcool, horários de fissura e companhia de fumantes
• Ter sempre por perto: água gelada, legumes e frutas cruas
• Escovar os dentes imediatamente após as refeições
Fonte: Revista O2 - #95 março/2011
• Recupera o fôlego e a capacidade física
• Ajuda a manter o peso ideal
• Muito mais saúde e disposição para o cotidiano
• Oxigena pulmões e sangue
• Alivia o estresse e a ansiedade
• Melhora o desemprenho profissional
• Melhora o desempenho sexual
• Desvia atenção do desejo de fumar
• Evita recaídas para voltar a fumar
A partir do instante que parar de fumar:
• Após 20 minutos: a pressão arterial e a pulsação voltam ao normal
• Após 2 horas: a nicotina não circula mais no sangue
• Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• Após 2 dias: melhora do olfato para os odores e do paladar para o sabor
• Após 3 semanas: a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora
• Após 5 a 10 anos: o risco de infarto é igual ao de quem nunca fumou
• Após 20 anos: o risco de câncer de pulmão é igual ao de quem nunca fumou
Dicas para parar de fumar:
• Praticar atividades físicas prazerosas e esportes em vez de fumar
• Alertas pessoas próximas. Jogue fora maços, cinzeiros, isqueiros, fósforos
• Não desistir na primeira tentativa, mas se preparar para os primeiros dias
• Fumantes precisam de ajuda médica, tratamento químico e psicológico
• Cuidado com café, álcool, horários de fissura e companhia de fumantes
• Ter sempre por perto: água gelada, legumes e frutas cruas
• Escovar os dentes imediatamente após as refeições
Fonte: Revista O2 - #95 março/2011
sábado, 12 de março de 2011
Carnaval acabou...e agora?
Após o descanso (ou muita folia) no feriadão, você deve estar se olhando no espelho e pensando: comportei-me bem (nutricionalmente falando, claro! rsrs) e continuarei firme com minha dieta e treinos, com muita disposição e energia. PARABÉNS!!! Você já aprendeu quais são as melhores escolhas, sabe o valor disso, sabe fazer suas compensações e percebe quando vale à pena sair um pouco da dieta. Ou você está quase arrancando seus cabelos (para alguns homens, o que restam!) e um pouco desanimado para retomar a rotina alimentar e de treinamento de antes do feriado.
Se você optou pela folia gastronômica, primeiro: muita calma!!! Nem tudo está perdido e nunca é tarde pra Recomeçar. Retome com suas refeições equilibradas, pense em tomar logo cedo um belo suchá gelado destoxificante, à base de frutas como manga, limão, lima da Pérsia, associado com um chá gelado (já preparado com lasca de raiz de gengibre, canela, alguns cravos…) feito a partir de chá verde ou branco, salsaparrilha ou alcachofra com chá de quebra pedra. E não deixe de usar um cubo de gelo de couve, para dar uma otimizada na limpeza do fígado e melhorar o processo digestivo. Rico em vitaminas, sais minerais e compostos que ajudam a desintoxicar e desinchar, só não vale colocar açúcar ou adoçante no suchá!
Farinha de semente de linhaça dourada pode ser adicionada no feijão/lentilha na hora do almoço, sempre combinando com sua porção de arroz integral ou quinua. O prato, que ficará mais rico em fibras e gordura do tipo ômega-3, ajudará a varrer as toxinas acumuladas do período de orgia alimentar. Brócolis, couve flor, repolho (já experimentou repolho roxo com branco levemente refogado com cenoura ralada e uva passa escura?) e outras crucíferas ajudarão na limpeza do fígado também, além de serem boa fonte de fibras e de outros nutrientes importantes para garantir saúde do organismo como um todo.
Se você abusou demais das frituras nas praias ou pra onde quer que tenha ido, PARE tudo imediatamente e volte com seus grelhados, assados, cozidos, e evite os molhos e queijos gordurosos.
A sensação de inchaço pode ser corrigida tomando muita água ao longo do dia, e diminuindo a adição de sal às preparações. E lembre-se: sucos em pó, shoyo, sopas de saquinho, alguns tipos de comida congelada e refrigerantes (mesmo os light/diet/zero) podem carregar uma quantidade muito grande de sódio (mineral do sal que causa retenção de liquido e que, em excesso, leva á hipertensão, celulite, afeeee).
A privação do sono pode despencar seu sistema imune, levar à queda na performance física e mental, e ainda aumentar muito o apetite! Primeiro: corrija isso com boas horas de sono e capriche em temperos como alho, cebola e gengibre para manter sua imunidade, e tome um chá de camomila com passiflora antes de deitar.
Continue com seu fracionamento alimentar, mastigue muito bem os alimentos para garantir boa digestão e absorção de nutrientes e retome com otimismo à rotina alimentar e de exercícios.
E que a animação do feriado possa trazer mais otimismo para continuar firme com a dieta, focando sempre nos objetivos que você tem em mente.
Consulte sempre seu Nutricionista para uma orientação alimentar individualizada. Essas dicas não substituem uma consulta com o profissional que te acompanha, ok?
*Nutricionista paulistana formada em 2001, Priscila Di Ciero é especialista em nutrição esportiva, com cursos de extensão em nutrição funcional, estética e suplementação. É membro do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira. Atualmente, presta consultoria a restaurantes, escolas e empresas, além de atender em consultório e, quando necessário, nas residências dos clientes. Acesse o site: www.prisciladiciero.com.br
Por: O2 por Minuto - http://o2porminuto.uol.com.br/
Se você optou pela folia gastronômica, primeiro: muita calma!!! Nem tudo está perdido e nunca é tarde pra Recomeçar. Retome com suas refeições equilibradas, pense em tomar logo cedo um belo suchá gelado destoxificante, à base de frutas como manga, limão, lima da Pérsia, associado com um chá gelado (já preparado com lasca de raiz de gengibre, canela, alguns cravos…) feito a partir de chá verde ou branco, salsaparrilha ou alcachofra com chá de quebra pedra. E não deixe de usar um cubo de gelo de couve, para dar uma otimizada na limpeza do fígado e melhorar o processo digestivo. Rico em vitaminas, sais minerais e compostos que ajudam a desintoxicar e desinchar, só não vale colocar açúcar ou adoçante no suchá!
Farinha de semente de linhaça dourada pode ser adicionada no feijão/lentilha na hora do almoço, sempre combinando com sua porção de arroz integral ou quinua. O prato, que ficará mais rico em fibras e gordura do tipo ômega-3, ajudará a varrer as toxinas acumuladas do período de orgia alimentar. Brócolis, couve flor, repolho (já experimentou repolho roxo com branco levemente refogado com cenoura ralada e uva passa escura?) e outras crucíferas ajudarão na limpeza do fígado também, além de serem boa fonte de fibras e de outros nutrientes importantes para garantir saúde do organismo como um todo.
Se você abusou demais das frituras nas praias ou pra onde quer que tenha ido, PARE tudo imediatamente e volte com seus grelhados, assados, cozidos, e evite os molhos e queijos gordurosos.
A sensação de inchaço pode ser corrigida tomando muita água ao longo do dia, e diminuindo a adição de sal às preparações. E lembre-se: sucos em pó, shoyo, sopas de saquinho, alguns tipos de comida congelada e refrigerantes (mesmo os light/diet/zero) podem carregar uma quantidade muito grande de sódio (mineral do sal que causa retenção de liquido e que, em excesso, leva á hipertensão, celulite, afeeee).
A privação do sono pode despencar seu sistema imune, levar à queda na performance física e mental, e ainda aumentar muito o apetite! Primeiro: corrija isso com boas horas de sono e capriche em temperos como alho, cebola e gengibre para manter sua imunidade, e tome um chá de camomila com passiflora antes de deitar.
Continue com seu fracionamento alimentar, mastigue muito bem os alimentos para garantir boa digestão e absorção de nutrientes e retome com otimismo à rotina alimentar e de exercícios.
E que a animação do feriado possa trazer mais otimismo para continuar firme com a dieta, focando sempre nos objetivos que você tem em mente.
Consulte sempre seu Nutricionista para uma orientação alimentar individualizada. Essas dicas não substituem uma consulta com o profissional que te acompanha, ok?
*Nutricionista paulistana formada em 2001, Priscila Di Ciero é especialista em nutrição esportiva, com cursos de extensão em nutrição funcional, estética e suplementação. É membro do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira. Atualmente, presta consultoria a restaurantes, escolas e empresas, além de atender em consultório e, quando necessário, nas residências dos clientes. Acesse o site: www.prisciladiciero.com.br
Por: O2 por Minuto - http://o2porminuto.uol.com.br/
quinta-feira, 3 de março de 2011
A grande questão sobre o glúten: adotar uma dieta livre de glúten ou não?
Ficar ou não sem glúten, eis a questão. Para muitas pessoas, esta parece ser a pergunta do momento. Todos nós já vimos artigos sobre dietas livres de glúten e flúten e, como nutricionistas do esporte, esta pergunta nos é feita a todo momento – eu deveria entrar em uma dieta livre de glúten? É mais saudável, meu desempenho melhorará, etc.?
Para algumas pessoas, um estilo de vida no qual se adota uma dieta livre de glúten é uma necessidade. Pessoas que possuem certa condição médica, alguns tipos de alergias, uma intolerância, ou alguma outra condição que o impeça de comer glúten obviamente necessitam evitá-lo para permanecerem saudáveis ou evitar desconfortos. Entretanto, a adoção de uma alimentação sem glúten foi estabelecido por alguns como uma opção mais saudável, ou uma solução para perder peso, e isto tem levado muitas pessoas a tentarem a adotar este estilo de vida. As grandes questões são se adotar um estilo de vida sem glúten é, de fato, mais saudável; se é um plano de nutrição eficaz para um atleta ; e se é um meio eficaz para se perder peso.
Como em diversos tópicos sobre nutrição humana, a resposta é simultaneamente sim e não. No entanto, o aumento da popularidade de estilos de vida livres de glúten foi ótimo para pessoas que possuem razões médicas para evitá-lo; a variedade, disponibilidade, e criatividade de alimentos sem glúten aumentou drasticamente nos últimos anos.
Tópicos a serem considerados sobre adotar uma dieta sem glúten:
(Antes de continuarmos, deixe-nos agregar outra vez que tudo o que será dito a seguir está escrito no contexto de a pessoa não possuir qualquer tipo de condição médica que a impeça de consumir glúten)
1. Seguir uma dieta livre de glúten, apesar de estar se tornando mais fácil, ainda é uma tarefa difícil que requer uma preparação pensada, principalmente no momento da compra de alimentos nos mercados e do consumo de refeições nos restaurantes. Pelo lado positivo, quanto mais você pensa sobre o que está comendo, mais provável será que você faça escolhas que são melhores para a sua saúde e desempenho. Frequentemente, as piores opções de comida são as que fazemos sem pensar. Por outro lado, a variedade é uma das principais formas que garante o consumo de todos os nutrientes que precisamos. A prática de dietas restritivas pode (não sempre, mas especialmente quando estamos ocupados) levar as pessoas a estreitar o consumo de alimentos a fontes relativamente pequenas.
2. O custo. Produtos e proteínas (carne, peixe, etc.) não custarão mais do que o habitual, mas alimentos preparados sem glúten tendem a ser mais caros do que os respectivos que contém glúten. Se você não precisa consumir alimentos sem glúten devido a razões médicas, vale a pena o custo adicional? Bom, se você for cuidadoso e olhar os ingredientes, muitos produtos sem glúten usam ingredientes que você talvez não devesse incluir na sua dieta. Isto pode na verdade aumentar a variedade de nutrientes que você consome. Trigo (glúten) é barato e fácil de ser utilizado, razão pela qual não se vê muitas marcas de barganha tornando-se livres de glúten. E não há uma desvantagem real aqui; se você estiver disposto e apto a comprar produtos sem glúten e isto não atrapalhar a sua habilidade de também comprar produtos e proteínas de alta qualidade, então é o seu dinheiro – faça o que quiser com ele.
3. A pesquisa. Ainda temos que ver alguma evidência conclusiva que mostre que dietas livres de glúten são benéficas para qualquer pessoa que não possui uma condição específica que requer uma dieta especial. Ouvimos relatos anedóticos sobre o efeito anti-inflamatório por exemplo, mas as gorduras ômega-3 também possuem este efeito. Você precisa das duas? Você consegue medir o impacto de cada? Algumas pessoas dizem que se “sentem” melhor, o que é bom, mas quanto disso se deve à falta de glúten comparado com o provável aumento do consumo de frutas, vegetais e proteínas magras?
4. É o glúten ou alguma coisa mais universal sobre as suas escolhas de comida? Similarmente ao último ponto, aqueles de nós que decidem adotar uma dieta livre de glúten frequentemente alegam obter ótimos benefícios relacionados à saúde, entretanto, mais uma vez nós ainda devemos ver evidências empíricas convincentes que mostrem que evitar grãos ativamente é realmente melhor para nós do que simplesmente realizar melhores escolhas de alimentos em todo o espectro de nutrientes. Geralmente, quando nos tornamos mais conscientes sobre a nossa dieta nós fazemos melhores escolhas e moderamos nosso consumo calórico, tornando-nos mais saudáveis. Na nossa experiência, atletas que vão de comer tudo para vegetarianos, pescatarian, livre de glúten, ou vegan delatam a mesma sensação de se sentir mais saudável e frequentemente perdem peso. Mas nós vimos de pouca a nenhuma diferença nas respostas dos atletas que estão transitando para qualquer padrão de alimentação particular.
Nós já podemos sentir o debate se formando, mas o nosso objetivo é simplesmente te encorajar a pensar mais compreensivamente sobre estilos de vida livres de glúten para atletas que não possuem uma razão médica para evita-lo. É um estilo de vida popular no momento, mas ainda não está claro se é melhor do que um estilo de vida onívoro que é moderado com relação ao consumo calórico, apresenta uma ampla variedade de escolhas alimentares, e um balanço consciente de vários grupos de comida.
Então, o que dizemos aos atletas que nos perguntam se devem adotar uma dieta sem glúten? Nós discutimos os pontos acima e depois sugerimos que tentem por 4 semanas (preferivelmente durante um período base de treinamento endurance, ou seja, longe de uma corrida). Nós não pensamos que é prejudicial, e só o fato de ter que pensar mais sobre o que você está comendo pode ser positivo para muitas pessoas, então não há realmente nada a perder. Se você achar a dieta muito restritiva ou descobrir que você não se sente diferente e que não viu diferença no seu desempenho, você pode simplesmente voltar a comer glúten.
Ryan Kohler é um técnico Senior da Carmichael Training Systems, possui o Masters of Science in Sports Nutrition, e está estudando para se tornar Registered Dietitian. Jim Rutberg é um Pro Coach for Carmichael Training Systems e co-autor de sete livros sobre treinamento e nutrição no esporte, incluindo o “Chris Carmichael’s Food for Fitness”.
Artigo original: http://www.trainrightblog.com/2011/02/27/the-great-gluten-question-to-go-gluten-free-or-not/
Para algumas pessoas, um estilo de vida no qual se adota uma dieta livre de glúten é uma necessidade. Pessoas que possuem certa condição médica, alguns tipos de alergias, uma intolerância, ou alguma outra condição que o impeça de comer glúten obviamente necessitam evitá-lo para permanecerem saudáveis ou evitar desconfortos. Entretanto, a adoção de uma alimentação sem glúten foi estabelecido por alguns como uma opção mais saudável, ou uma solução para perder peso, e isto tem levado muitas pessoas a tentarem a adotar este estilo de vida. As grandes questões são se adotar um estilo de vida sem glúten é, de fato, mais saudável; se é um plano de nutrição eficaz para um atleta ; e se é um meio eficaz para se perder peso.
Como em diversos tópicos sobre nutrição humana, a resposta é simultaneamente sim e não. No entanto, o aumento da popularidade de estilos de vida livres de glúten foi ótimo para pessoas que possuem razões médicas para evitá-lo; a variedade, disponibilidade, e criatividade de alimentos sem glúten aumentou drasticamente nos últimos anos.
Tópicos a serem considerados sobre adotar uma dieta sem glúten:
(Antes de continuarmos, deixe-nos agregar outra vez que tudo o que será dito a seguir está escrito no contexto de a pessoa não possuir qualquer tipo de condição médica que a impeça de consumir glúten)
1. Seguir uma dieta livre de glúten, apesar de estar se tornando mais fácil, ainda é uma tarefa difícil que requer uma preparação pensada, principalmente no momento da compra de alimentos nos mercados e do consumo de refeições nos restaurantes. Pelo lado positivo, quanto mais você pensa sobre o que está comendo, mais provável será que você faça escolhas que são melhores para a sua saúde e desempenho. Frequentemente, as piores opções de comida são as que fazemos sem pensar. Por outro lado, a variedade é uma das principais formas que garante o consumo de todos os nutrientes que precisamos. A prática de dietas restritivas pode (não sempre, mas especialmente quando estamos ocupados) levar as pessoas a estreitar o consumo de alimentos a fontes relativamente pequenas.
2. O custo. Produtos e proteínas (carne, peixe, etc.) não custarão mais do que o habitual, mas alimentos preparados sem glúten tendem a ser mais caros do que os respectivos que contém glúten. Se você não precisa consumir alimentos sem glúten devido a razões médicas, vale a pena o custo adicional? Bom, se você for cuidadoso e olhar os ingredientes, muitos produtos sem glúten usam ingredientes que você talvez não devesse incluir na sua dieta. Isto pode na verdade aumentar a variedade de nutrientes que você consome. Trigo (glúten) é barato e fácil de ser utilizado, razão pela qual não se vê muitas marcas de barganha tornando-se livres de glúten. E não há uma desvantagem real aqui; se você estiver disposto e apto a comprar produtos sem glúten e isto não atrapalhar a sua habilidade de também comprar produtos e proteínas de alta qualidade, então é o seu dinheiro – faça o que quiser com ele.
3. A pesquisa. Ainda temos que ver alguma evidência conclusiva que mostre que dietas livres de glúten são benéficas para qualquer pessoa que não possui uma condição específica que requer uma dieta especial. Ouvimos relatos anedóticos sobre o efeito anti-inflamatório por exemplo, mas as gorduras ômega-3 também possuem este efeito. Você precisa das duas? Você consegue medir o impacto de cada? Algumas pessoas dizem que se “sentem” melhor, o que é bom, mas quanto disso se deve à falta de glúten comparado com o provável aumento do consumo de frutas, vegetais e proteínas magras?
4. É o glúten ou alguma coisa mais universal sobre as suas escolhas de comida? Similarmente ao último ponto, aqueles de nós que decidem adotar uma dieta livre de glúten frequentemente alegam obter ótimos benefícios relacionados à saúde, entretanto, mais uma vez nós ainda devemos ver evidências empíricas convincentes que mostrem que evitar grãos ativamente é realmente melhor para nós do que simplesmente realizar melhores escolhas de alimentos em todo o espectro de nutrientes. Geralmente, quando nos tornamos mais conscientes sobre a nossa dieta nós fazemos melhores escolhas e moderamos nosso consumo calórico, tornando-nos mais saudáveis. Na nossa experiência, atletas que vão de comer tudo para vegetarianos, pescatarian, livre de glúten, ou vegan delatam a mesma sensação de se sentir mais saudável e frequentemente perdem peso. Mas nós vimos de pouca a nenhuma diferença nas respostas dos atletas que estão transitando para qualquer padrão de alimentação particular.
Nós já podemos sentir o debate se formando, mas o nosso objetivo é simplesmente te encorajar a pensar mais compreensivamente sobre estilos de vida livres de glúten para atletas que não possuem uma razão médica para evita-lo. É um estilo de vida popular no momento, mas ainda não está claro se é melhor do que um estilo de vida onívoro que é moderado com relação ao consumo calórico, apresenta uma ampla variedade de escolhas alimentares, e um balanço consciente de vários grupos de comida.
Então, o que dizemos aos atletas que nos perguntam se devem adotar uma dieta sem glúten? Nós discutimos os pontos acima e depois sugerimos que tentem por 4 semanas (preferivelmente durante um período base de treinamento endurance, ou seja, longe de uma corrida). Nós não pensamos que é prejudicial, e só o fato de ter que pensar mais sobre o que você está comendo pode ser positivo para muitas pessoas, então não há realmente nada a perder. Se você achar a dieta muito restritiva ou descobrir que você não se sente diferente e que não viu diferença no seu desempenho, você pode simplesmente voltar a comer glúten.
Ryan Kohler é um técnico Senior da Carmichael Training Systems, possui o Masters of Science in Sports Nutrition, e está estudando para se tornar Registered Dietitian. Jim Rutberg é um Pro Coach for Carmichael Training Systems e co-autor de sete livros sobre treinamento e nutrição no esporte, incluindo o “Chris Carmichael’s Food for Fitness”.
Artigo original: http://www.trainrightblog.com/2011/02/27/the-great-gluten-question-to-go-gluten-free-or-not/
Meia Maratona Internacional de São Paulo - Por Camila Roma
Gostaria de dividir com meus amigos corredores e triatletas minha feliz despedida momentânea das pistas.
Durante treinos para maratonas em 2010 passei fases de monotonia e solidão. Ciente de que precisava treinar muito para realizar um sonho importante de correr a maratona em NY e privilegiadamente ser recebida na chegada pela minha família, abri mão da convivência de muitas pessoas e vida social. E foi então que decidi buscar um novo desafio, e por recomendações médicas o desgaste de 2 maratonas por ano seria muito grande para minha idade, e partir para as ultramaratonas seria ainda pior.
Tudo foi se encaixando no início de 2011 quando um grande amigo da academia e ex aluno da Race me apresentou para Ricardo e recebi o inesperado convite para fazer parte da família Race. Apenas permanecia a dúvida se continuaria das pistas ou não. Decidi então me inscrever para a Meia Maratona como um teste, para sentir como seria conciliar os treinos longos com os novos desafios. E não foi nada fácil, pensei em abrir mão da prova, mas sabia que precisava fechar um ciclo.
Ansiosa para a despedida fui a primeira aluna a chegar na tenda. As 6:30 da manhã o sol já brilhava. E logo vieram os questionamentos: por que não estou rodando na piscina? Por que não estou pedalando com o pessoal na estrada? Empolgada com as novidades antes do alongamento com a nova família fui falar um “oi” com o coração apertado para meus antigos companheiros de treino e para o pessoal da ADD, o qual tive a feliz oportunidade de conhecer durante minhas provas como guia de PNEs e estes jamais deixarei de acompanhar, mas foi estranho pensar em abandonar tudo aquilo.
Pensativa a caminho da largada cruzei muitos amigos, aqueles com quem comecei a correr há alguns anos, alguns com quem treinava até ano passado, e para minha alegria cruzei um maratonista que conheci em NY quando fora receber sua medalha comemorativa por ser o primeiro sul-americano a correr nos 7 continentes. Assumo que nessa hora lembrei de todas as histórias de provas e fotos sensacionais pelo mundo que ele havia me mostrado e por minutos pensei em desistir da minha decisão, o cara é um exemplo, convenceria facilmente qualquer corredor a fazer maratonas.
O sol já fervia. Foram quase 10 minutos para cruzar a largada, era um mar de corredores e para minha surpresa muitos deles estavam ali para a meia maratona. As ruas foram tomadas por corredores, o clima festivo estava dentro de mim, e para não me sentir triste eu corria pensando que aquilo era apenas 1/3 do meu objetivo. Foi leve, light, comecei no ritmo de 6:30, mas logo no início fui “empurrada” por uma amiga querida e estabelecemos a meta de 5:45/km. E deu certo! Apesar das dores dos treinos nas outras modalidades que sentia pela primeira vez e do meu maior inimigo sol concluímos a prova em 2:08, 10mits abaixo em relação a 2010. E assim encerrei um ciclo para me jogar de vez no novo desafio do triathlon, senti que a corrida é um obstáculo que posso vencer com segurança, cautela e principalmente sem lesões desde de que tenha dedicação e respeito às minhas limitações.
Agradeço o apoio de todos os treinadores que acreditam que posso realizar o sonho de fazer triathlon, os meninos que me receberam muito bem na tenda sem nem me conhecer praticamente e muito menos sem saber meu propósito nesta prova e ao Ricardo que me incentiva desde o primeiro treino. Não sei quando voltarei a fazer provas longas de corrida, mas com toda certeza sei que posso contar com o apoio desta família independente da minha escolha.
Camilinha
Durante treinos para maratonas em 2010 passei fases de monotonia e solidão. Ciente de que precisava treinar muito para realizar um sonho importante de correr a maratona em NY e privilegiadamente ser recebida na chegada pela minha família, abri mão da convivência de muitas pessoas e vida social. E foi então que decidi buscar um novo desafio, e por recomendações médicas o desgaste de 2 maratonas por ano seria muito grande para minha idade, e partir para as ultramaratonas seria ainda pior.
Tudo foi se encaixando no início de 2011 quando um grande amigo da academia e ex aluno da Race me apresentou para Ricardo e recebi o inesperado convite para fazer parte da família Race. Apenas permanecia a dúvida se continuaria das pistas ou não. Decidi então me inscrever para a Meia Maratona como um teste, para sentir como seria conciliar os treinos longos com os novos desafios. E não foi nada fácil, pensei em abrir mão da prova, mas sabia que precisava fechar um ciclo.
Ansiosa para a despedida fui a primeira aluna a chegar na tenda. As 6:30 da manhã o sol já brilhava. E logo vieram os questionamentos: por que não estou rodando na piscina? Por que não estou pedalando com o pessoal na estrada? Empolgada com as novidades antes do alongamento com a nova família fui falar um “oi” com o coração apertado para meus antigos companheiros de treino e para o pessoal da ADD, o qual tive a feliz oportunidade de conhecer durante minhas provas como guia de PNEs e estes jamais deixarei de acompanhar, mas foi estranho pensar em abandonar tudo aquilo.
Pensativa a caminho da largada cruzei muitos amigos, aqueles com quem comecei a correr há alguns anos, alguns com quem treinava até ano passado, e para minha alegria cruzei um maratonista que conheci em NY quando fora receber sua medalha comemorativa por ser o primeiro sul-americano a correr nos 7 continentes. Assumo que nessa hora lembrei de todas as histórias de provas e fotos sensacionais pelo mundo que ele havia me mostrado e por minutos pensei em desistir da minha decisão, o cara é um exemplo, convenceria facilmente qualquer corredor a fazer maratonas.
O sol já fervia. Foram quase 10 minutos para cruzar a largada, era um mar de corredores e para minha surpresa muitos deles estavam ali para a meia maratona. As ruas foram tomadas por corredores, o clima festivo estava dentro de mim, e para não me sentir triste eu corria pensando que aquilo era apenas 1/3 do meu objetivo. Foi leve, light, comecei no ritmo de 6:30, mas logo no início fui “empurrada” por uma amiga querida e estabelecemos a meta de 5:45/km. E deu certo! Apesar das dores dos treinos nas outras modalidades que sentia pela primeira vez e do meu maior inimigo sol concluímos a prova em 2:08, 10mits abaixo em relação a 2010. E assim encerrei um ciclo para me jogar de vez no novo desafio do triathlon, senti que a corrida é um obstáculo que posso vencer com segurança, cautela e principalmente sem lesões desde de que tenha dedicação e respeito às minhas limitações.
Agradeço o apoio de todos os treinadores que acreditam que posso realizar o sonho de fazer triathlon, os meninos que me receberam muito bem na tenda sem nem me conhecer praticamente e muito menos sem saber meu propósito nesta prova e ao Ricardo que me incentiva desde o primeiro treino. Não sei quando voltarei a fazer provas longas de corrida, mas com toda certeza sei que posso contar com o apoio desta família independente da minha escolha.
Camilinha
quarta-feira, 2 de março de 2011
Meia Maratona Internacional de São Paulo - Depoimento do aluno Cláudio de S. Gouvêa!!!
A primeira vez a gente nunca esquece!
Ontem tive a imensa alegria de completar em 2h04m03s a minha primeira meia maratona na quinta edição da Meia Maratona Internacional de São Paulo e o prazer dessa conquista foi tão grande que me animei a enviar esse depoimento.
Tomei o primeiro contato com as corridas quando me transferi para São Paulo em 2001 e a empresa onde trabalho (IBM) contratou a RACE para preparar os corredores de primeira viagem para participação na prova de revezamento do Pão de Açucar. Lembro do esforço para vencer os 5Km da prova e do prazer em participar daquela festa.
Em 2002 comecei a treinar com a RACE e fiz algumas provas curtas mas no final daquele ano recebi um convite para passar um período trabalhando na Espanha e interrompi os treinos. Entre 2005 e 2006 voltei a correr por minha conta e fiz as minhas primeiras provas de 10K em Madri.
Depois que retornei ao Brasil em julho de 2006 contudo levei algum tempo até conseguir reorganizar a minha rotina com a família, trabalho, trânsito (dificuldades típicas do retorno de um expatriado). Nos anos seguintes tentei retomar os treinos na RACE mas tive dificuldades para manter uma boa sequência e o sobre-peso gerava uma dificuldade adicional causando dores nos joelhos.
No início de 2010 um evento inesperado me ajudou a dar uma guinada nessa história. Após realizar um checkup fui orientado a procurar uma endocrinologista em função de uma alteração na taxa de glicemia. Dra. Sandra Cabello me advertiu sobre o risco do quadro evoluir para a diabetes mas ao mesmo tempo me mostrou que ao controlar a taxa de glicemia com medicação adequada se eu mantivesse uma rotina saudável de alimentação e atividade física, sem nenhuma ação drástica, perderia o sobre-peso que me atrapalhava (não era “hipotireoidismo” ☺). O resultado começou a aparecer rapidamente e foi surpreendentemente positivo. Consegui manter a continuidade dos treinos com muito mais qualidade sem as dores no joelho que quase desapareceram com a redução gradativa do peso e a ajuda da musculação. A Dra. Daniela Neves do Sportslab também me ajudou a diversificar a dieta e deu boas dicas de nutrição para os treinos longos e os dias de prova.
O bem-estar e o prazer nos treinos me levaram a fazer provas um pouco mais longas em 2010 (12,5Km, 10 Milhas Mizuno, 15K Gonzaguinha, 15K São Silvestre) e a planejar a primeira meia maratona em 2011 que me trouxe a esse grande dia de realização.
Agradeço ao Ricardo Arap a Renata e a toda a família RACE por esse trabalho sério, muito profissional, com um planejamento perfeito. Também agradeço ao companheirismo da turma que pouco a pouco comecei a conseguir acompanhar (ao menos nos treinos). Estou certo que ja temos um novo encontro marcado na Meia da Corpore 10 de abril. Um forte abraço a todos.
Depoimento de Cláudio de Sousa Gouvêa, 44 anos (28/02/2011).
Ontem tive a imensa alegria de completar em 2h04m03s a minha primeira meia maratona na quinta edição da Meia Maratona Internacional de São Paulo e o prazer dessa conquista foi tão grande que me animei a enviar esse depoimento.
Tomei o primeiro contato com as corridas quando me transferi para São Paulo em 2001 e a empresa onde trabalho (IBM) contratou a RACE para preparar os corredores de primeira viagem para participação na prova de revezamento do Pão de Açucar. Lembro do esforço para vencer os 5Km da prova e do prazer em participar daquela festa.
Em 2002 comecei a treinar com a RACE e fiz algumas provas curtas mas no final daquele ano recebi um convite para passar um período trabalhando na Espanha e interrompi os treinos. Entre 2005 e 2006 voltei a correr por minha conta e fiz as minhas primeiras provas de 10K em Madri.
Depois que retornei ao Brasil em julho de 2006 contudo levei algum tempo até conseguir reorganizar a minha rotina com a família, trabalho, trânsito (dificuldades típicas do retorno de um expatriado). Nos anos seguintes tentei retomar os treinos na RACE mas tive dificuldades para manter uma boa sequência e o sobre-peso gerava uma dificuldade adicional causando dores nos joelhos.
No início de 2010 um evento inesperado me ajudou a dar uma guinada nessa história. Após realizar um checkup fui orientado a procurar uma endocrinologista em função de uma alteração na taxa de glicemia. Dra. Sandra Cabello me advertiu sobre o risco do quadro evoluir para a diabetes mas ao mesmo tempo me mostrou que ao controlar a taxa de glicemia com medicação adequada se eu mantivesse uma rotina saudável de alimentação e atividade física, sem nenhuma ação drástica, perderia o sobre-peso que me atrapalhava (não era “hipotireoidismo” ☺). O resultado começou a aparecer rapidamente e foi surpreendentemente positivo. Consegui manter a continuidade dos treinos com muito mais qualidade sem as dores no joelho que quase desapareceram com a redução gradativa do peso e a ajuda da musculação. A Dra. Daniela Neves do Sportslab também me ajudou a diversificar a dieta e deu boas dicas de nutrição para os treinos longos e os dias de prova.
O bem-estar e o prazer nos treinos me levaram a fazer provas um pouco mais longas em 2010 (12,5Km, 10 Milhas Mizuno, 15K Gonzaguinha, 15K São Silvestre) e a planejar a primeira meia maratona em 2011 que me trouxe a esse grande dia de realização.
Agradeço ao Ricardo Arap a Renata e a toda a família RACE por esse trabalho sério, muito profissional, com um planejamento perfeito. Também agradeço ao companheirismo da turma que pouco a pouco comecei a conseguir acompanhar (ao menos nos treinos). Estou certo que ja temos um novo encontro marcado na Meia da Corpore 10 de abril. Um forte abraço a todos.
Depoimento de Cláudio de Sousa Gouvêa, 44 anos (28/02/2011).
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Depoimento do Aluno José Pena nas provas de Inverno nos EUA
Boa Noite, segue o relatorio da minha experiença nos EUS este inverno:
Gosto de passar os meses de dezembro e janeiro para o treinamento de força e de base. Então olhe para as competições cross-country. Neste caso, tirar proveito de um convite para a casa da cunhada em Nova Jersey, e desfrutar de um mês de treinamento de férias para 10 graus abaixo de zero! Concurrei em 3 provas, a 5 millas do Central Park, que alcançou 3 º lugar na categoria 40-44, eu também fiz uma carreira de montanha completamente coberta de neve, onde eu ganhei o 1 º lugar na 40-44 anos, Finalmente fiz a meia maratona em Nova York em 22 de janeiro, que terminou em 5 º na minha categoria. Eu gosto muito de correr no frio, e as subidas, mas quão forte é a de parar de correr, de mãos congelaram-me, e eu não podia beber nem água! Mas foi uma ótima experiência, espero ter feito boa base para testar o resto do ano. Ja tive a PR de 01:23 na meia maratona (o anterior era de 1:28 em 2009). Este ano vou procurar classificar para a maratona de Boston, onde eu tenho que fazer 03:20, mas meu sonho é baixar das três horas, espero que Deus ajuda ... !
Links dos resultados:
- Lebow Classic, New York Central Park: http://web2.nyrrc.org/cgi-bin/htmlos.cgi/51271.1.524002408918144126
- Manhattan Half Maraton: http://web2.nyrrc.org/cgi-bin/htmlos.cgi/43118.1.586129574116305610
- New Jersey Trail Series, 5M, , Morristown, NJ. https://spreadsheets.google.com/ccc?key=tzL78oW0QItTHmBV6fy9EKA#gid=1
Gosto de passar os meses de dezembro e janeiro para o treinamento de força e de base. Então olhe para as competições cross-country. Neste caso, tirar proveito de um convite para a casa da cunhada em Nova Jersey, e desfrutar de um mês de treinamento de férias para 10 graus abaixo de zero! Concurrei em 3 provas, a 5 millas do Central Park, que alcançou 3 º lugar na categoria 40-44, eu também fiz uma carreira de montanha completamente coberta de neve, onde eu ganhei o 1 º lugar na 40-44 anos, Finalmente fiz a meia maratona em Nova York em 22 de janeiro, que terminou em 5 º na minha categoria. Eu gosto muito de correr no frio, e as subidas, mas quão forte é a de parar de correr, de mãos congelaram-me, e eu não podia beber nem água! Mas foi uma ótima experiência, espero ter feito boa base para testar o resto do ano. Ja tive a PR de 01:23 na meia maratona (o anterior era de 1:28 em 2009). Este ano vou procurar classificar para a maratona de Boston, onde eu tenho que fazer 03:20, mas meu sonho é baixar das três horas, espero que Deus ajuda ... !
Links dos resultados:
- Lebow Classic, New York Central Park: http://web2.nyrrc.org/cgi-bin/htmlos.cgi/51271.1.524002408918144126
- Manhattan Half Maraton: http://web2.nyrrc.org/cgi-bin/htmlos.cgi/43118.1.586129574116305610
- New Jersey Trail Series, 5M, , Morristown, NJ. https://spreadsheets.google.com/ccc?key=tzL78oW0QItTHmBV6fy9EKA#gid=1
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
MARATONA DA DISNEY - DEPOIMENTO DO ALUNO EDUARDO LEITE (MILK) !!
"Neste mês de janeiro, mais precisamente dias 08 e 09, aconteceu na cidade de Orlando as corridas Half Marathon (meia maratona do Pato Donald) e Full Marathon (maratona do Mickey), que juntas formam o Goofy Challenge (Desafio do Pateta). A Race esteve presente nessas provas, seja com atletas fazendo a Meia, atletas fazendo a Maratona e, assim como eu, alguns outros malucos fazendo o Desafio completo, afinal quem está na chuva é para se molhar, certo?
No meu caso optei por ir dia 06/01, 2 dias antes da prova. Achei melhor e não me arrependi, pois tive o dia 06 para fazer todo o trâmite de chegada (carro, hotel, etc.), tive o dia 07 para buscar o kit da corrida e fazer algumas compras de material esportivo antes das corridas e dias 08 e 09 para correr. Fazendo isso o foco ficou na corrida, acho que seria mais complicado correr se tivesse chegado antes e entrado no clima de parques de diversão, de festas de final de ano, etc., por isso fica a dica caso alguém decida fazer tal corrida nos próximos anos. Só então foquei as férias, sem preocupação com treinos.
Minha aventura começou já na madrugada do sábado dia 08, simplesmente descobri quando estava no carro de partida para o local da largada que eu não tinha o endereço, somente sabia que era próximo ao estacionamento do Epcot. Coloquei esta informação do GPS e fui parar num hotel do Epcot, onde não tinha uma alma penada para dar uma informação. Redefini o caminho e, já na estrada, vi diversas pessoas caminhando para o lugar onde imaginei fosse a largada. Tinham alguns ônibus escolares daquele com frente de caminhão que pareciam estar com pessoas que iriam ao evento, fui atrás. Segundo mico:
numa semáfora eles fizeram conversão a esquerda para entrar numa área onde estava o agito e parecia ser o caminho para estacionamento, porém logo que passaram fecharam com cones e eu fiquei atravessado na pista bloqueando o caminho dos carros que vinham no sentido oposto. Buzinei para um guarda e ele veio com toda a delicadeza do mundo dizendo algo tipo “you are stopping the fuck traffic, go out...”. Bem, não precisou repetir duas vezes, me mandei dali para outro lugar e encontrei um trânsito infernal, tudo parado. Isso eram umas 05:20hs e minha largada era 05:30hs, já viu o desespero né. Cheguei ao estacionamento e me mandei para a largada, eu ia sair no que eles chamam de Corral A, mas saí no B logo atrás, uns 10 minutos depois. A partir daí a festa começou.
O caminho inicial era num local parecido com uma rodovia, tudo plano e sem buracos no asfalto. Já nos canteiros laterais, eram gramados e praticamente sem buracos, por onde fui boa parte do percurso inicial para evitar lesões e amortecer as pisadas, já que eu teria 2 provas em 2 dias seguidos, além de evitar a aglomeração inicial que se forma e impede que a corrida seja feita no seu ritmo.
O restante da prova só posso elogiar: hidratação a cada 2kms aproximadamente, sempre com isotônico no início e água na sequência. Na meia deram bananas e gel mais ou menos no km15. Neste pontos de hidratação sempre tinham banheiros químicos, o que permitia aos necessitados uma parada estratégica sem precisar apelar ao matinho. O tempo ajudou bastante, a temperatura estava na casa dos 15 graus se não me engano. Como era inverno o sol deu sinal de vida em torno das 07:00hs apenas.
Como foram vários treinos longos neste final de ano, terminei esta prova em 1h45min com a sensação de que podia ter feito melhor, mas fui me segurando para o dia seguinte, que era meu objetivo principal.
No final encontrei o David da EMC, o Edu Abreu do Sírio (que estava lá em peso para fazer a meia) e outros amigos que aos poucos iam chegando, aí o clima ficou de festa.
Ah, a organização fornece uma espécie de capa com um lado metálico e outro com desenhos do Mickey, para aquecimento pós-prova, isso sem falar nos isotônicos, refrigerantes, barras de proteínas e muffins de blue Berry, uma delícia. Tudo a vontade, diga-se de passagem.
Já no domingo meu esquema foi diferente devido ao mico do dia anterior. Sai mais cedo do hotel, combinei com o Eduardo Abreu de irmos conversando via rádio. Quando achava que tudo estava ok, eis o 2º. mico: no dia anterior eu não fiz uma rota direto ao destino final, por isso não sabia de fato o caminho correto. Coloquei no GPS Epcot Parking e de fato ele me levou a um estacionamento onde tinham diversas pessoas do staff orientando o trânsito.
Chequei por volta das 04:45hs, com 1h15 da minha largada que novamente estava prevista para o Corral A. Falei que eu era corredor e mandaram eu ir para um determinado local. Esperei o Edu chegar, combinamos um ponto de encontro perto da largada e fui para o local. No meio do caminho o pessoal do staff perguntou se eu era corredor e disse que sim. Disseram-me que não poderia parar o carro ali, pois era exclusivo dos empregados do parque, ai, ai, ai... Juro que a orelhada não foi minha desta vez, eu disse que era corredor desde que cheguei, mas...
Enfim, sai dali já pensando no trânsito, porém neste dia a quantidade de malucos era a metade do dia anterior, o que me fez chegar a tempo, mas não sem ouvir um monte de reclamações do Eduzão e outros amigos que estavam com ele.
Como o pessoal largaria a partir do Corral B, decidimos sair todos juntos dali mesmo.
Fiz o mesmo caminho do dia anterior, gramado até onde podia, hidratação o tempo todo. Porém este dia foi um pouco diferente do anterior, já que estava um pouco mais frio (acho que uns 10graus). Decidi forçar para tentar fazer abaixo de 3h30min e até o km 28 estava conseguindo fazer mais baixo ainda, quando minhas as pernas começaram a travar lentamente devido ao acúmulo de ácido lático. Apesar de ter tomado isotônicos, gels e outros suplementos que levei, não teve jeito, tive que diminuir o ritmo e há uns 6 kms do final dar caminhadas, já que tive câimbra na virilha da perna direita, coisa que nunca tive. Terminei a prova em 3h40min, o que meu fez ter uma mescla de
sentimentos: a satisfação de ter completado minha 1º. Maratona, principalmente porque foi 1 dia depois de ter feito uma Meia, com a decepção de não ter feito o tempo que eu queria e saber que poderia, mas as pernas me deixaram na mão. Numa próxima focarei apenas um prova.
Mas valeu, se alguém quiser fazer esta prova um dia ficam meus conselhos:
sigam as planilhas corretamente, mesmo sendo cansativas e num período complicado que são as festas de final de ano, façam musculação para evitar lesões, hidratem-se e alimentem-se sempre que possível. Ah, e curtam a prova, o caminho é muito bonito, o público te apóia o caminho inteiro, a sensação de completar as provas é muito legal. Tem os personagens no caminho que estão para tirar fotos, apesar de que não fui com essa intenção e nem levei minha câmera. A Cinderela e a Bela Adormecida que vi pelo caminho eram lindas, se eu tivesse um cavalo ali sequestraria uma delas para meu castelo, rs.
Para as meninas tinham os príncipes, não olhei para eles já que eram muito feios, mas se quiserem conferir de perto façam a prova, rs.
Valeu galera!"
No meu caso optei por ir dia 06/01, 2 dias antes da prova. Achei melhor e não me arrependi, pois tive o dia 06 para fazer todo o trâmite de chegada (carro, hotel, etc.), tive o dia 07 para buscar o kit da corrida e fazer algumas compras de material esportivo antes das corridas e dias 08 e 09 para correr. Fazendo isso o foco ficou na corrida, acho que seria mais complicado correr se tivesse chegado antes e entrado no clima de parques de diversão, de festas de final de ano, etc., por isso fica a dica caso alguém decida fazer tal corrida nos próximos anos. Só então foquei as férias, sem preocupação com treinos.
Minha aventura começou já na madrugada do sábado dia 08, simplesmente descobri quando estava no carro de partida para o local da largada que eu não tinha o endereço, somente sabia que era próximo ao estacionamento do Epcot. Coloquei esta informação do GPS e fui parar num hotel do Epcot, onde não tinha uma alma penada para dar uma informação. Redefini o caminho e, já na estrada, vi diversas pessoas caminhando para o lugar onde imaginei fosse a largada. Tinham alguns ônibus escolares daquele com frente de caminhão que pareciam estar com pessoas que iriam ao evento, fui atrás. Segundo mico:
numa semáfora eles fizeram conversão a esquerda para entrar numa área onde estava o agito e parecia ser o caminho para estacionamento, porém logo que passaram fecharam com cones e eu fiquei atravessado na pista bloqueando o caminho dos carros que vinham no sentido oposto. Buzinei para um guarda e ele veio com toda a delicadeza do mundo dizendo algo tipo “you are stopping the fuck traffic, go out...”. Bem, não precisou repetir duas vezes, me mandei dali para outro lugar e encontrei um trânsito infernal, tudo parado. Isso eram umas 05:20hs e minha largada era 05:30hs, já viu o desespero né. Cheguei ao estacionamento e me mandei para a largada, eu ia sair no que eles chamam de Corral A, mas saí no B logo atrás, uns 10 minutos depois. A partir daí a festa começou.
O caminho inicial era num local parecido com uma rodovia, tudo plano e sem buracos no asfalto. Já nos canteiros laterais, eram gramados e praticamente sem buracos, por onde fui boa parte do percurso inicial para evitar lesões e amortecer as pisadas, já que eu teria 2 provas em 2 dias seguidos, além de evitar a aglomeração inicial que se forma e impede que a corrida seja feita no seu ritmo.
O restante da prova só posso elogiar: hidratação a cada 2kms aproximadamente, sempre com isotônico no início e água na sequência. Na meia deram bananas e gel mais ou menos no km15. Neste pontos de hidratação sempre tinham banheiros químicos, o que permitia aos necessitados uma parada estratégica sem precisar apelar ao matinho. O tempo ajudou bastante, a temperatura estava na casa dos 15 graus se não me engano. Como era inverno o sol deu sinal de vida em torno das 07:00hs apenas.
Como foram vários treinos longos neste final de ano, terminei esta prova em 1h45min com a sensação de que podia ter feito melhor, mas fui me segurando para o dia seguinte, que era meu objetivo principal.
No final encontrei o David da EMC, o Edu Abreu do Sírio (que estava lá em peso para fazer a meia) e outros amigos que aos poucos iam chegando, aí o clima ficou de festa.
Ah, a organização fornece uma espécie de capa com um lado metálico e outro com desenhos do Mickey, para aquecimento pós-prova, isso sem falar nos isotônicos, refrigerantes, barras de proteínas e muffins de blue Berry, uma delícia. Tudo a vontade, diga-se de passagem.
Já no domingo meu esquema foi diferente devido ao mico do dia anterior. Sai mais cedo do hotel, combinei com o Eduardo Abreu de irmos conversando via rádio. Quando achava que tudo estava ok, eis o 2º. mico: no dia anterior eu não fiz uma rota direto ao destino final, por isso não sabia de fato o caminho correto. Coloquei no GPS Epcot Parking e de fato ele me levou a um estacionamento onde tinham diversas pessoas do staff orientando o trânsito.
Chequei por volta das 04:45hs, com 1h15 da minha largada que novamente estava prevista para o Corral A. Falei que eu era corredor e mandaram eu ir para um determinado local. Esperei o Edu chegar, combinamos um ponto de encontro perto da largada e fui para o local. No meio do caminho o pessoal do staff perguntou se eu era corredor e disse que sim. Disseram-me que não poderia parar o carro ali, pois era exclusivo dos empregados do parque, ai, ai, ai... Juro que a orelhada não foi minha desta vez, eu disse que era corredor desde que cheguei, mas...
Enfim, sai dali já pensando no trânsito, porém neste dia a quantidade de malucos era a metade do dia anterior, o que me fez chegar a tempo, mas não sem ouvir um monte de reclamações do Eduzão e outros amigos que estavam com ele.
Como o pessoal largaria a partir do Corral B, decidimos sair todos juntos dali mesmo.
Fiz o mesmo caminho do dia anterior, gramado até onde podia, hidratação o tempo todo. Porém este dia foi um pouco diferente do anterior, já que estava um pouco mais frio (acho que uns 10graus). Decidi forçar para tentar fazer abaixo de 3h30min e até o km 28 estava conseguindo fazer mais baixo ainda, quando minhas as pernas começaram a travar lentamente devido ao acúmulo de ácido lático. Apesar de ter tomado isotônicos, gels e outros suplementos que levei, não teve jeito, tive que diminuir o ritmo e há uns 6 kms do final dar caminhadas, já que tive câimbra na virilha da perna direita, coisa que nunca tive. Terminei a prova em 3h40min, o que meu fez ter uma mescla de
sentimentos: a satisfação de ter completado minha 1º. Maratona, principalmente porque foi 1 dia depois de ter feito uma Meia, com a decepção de não ter feito o tempo que eu queria e saber que poderia, mas as pernas me deixaram na mão. Numa próxima focarei apenas um prova.
Mas valeu, se alguém quiser fazer esta prova um dia ficam meus conselhos:
sigam as planilhas corretamente, mesmo sendo cansativas e num período complicado que são as festas de final de ano, façam musculação para evitar lesões, hidratem-se e alimentem-se sempre que possível. Ah, e curtam a prova, o caminho é muito bonito, o público te apóia o caminho inteiro, a sensação de completar as provas é muito legal. Tem os personagens no caminho que estão para tirar fotos, apesar de que não fui com essa intenção e nem levei minha câmera. A Cinderela e a Bela Adormecida que vi pelo caminho eram lindas, se eu tivesse um cavalo ali sequestraria uma delas para meu castelo, rs.
Para as meninas tinham os príncipes, não olhei para eles já que eram muito feios, mas se quiserem conferir de perto façam a prova, rs.
Valeu galera!"
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
TOSCANA
Estamos organizando uma viagem bem especial e inesquecível para vocês.
Por favor, veja abaixo as informações importantes.
Qualquer dúvida, por favor, nos avise.
Participe da reunião que faremos na USP no dia 29 de janeiro as 8:30 horas
Obrigado.
- Período de 18 a 25 de setembro.
- Grupo de no máximo 25 pessoas (incluindo ciclistas e acompanhantes)
- Supervisão e Treinamento do Campeão Andrea Tafi
- 6 noites no il Borghetto Andrea Tafi – exclusivo para os integrantes da Race no período da viagem.
- Meia pensão (café da manhã e jantar)
- Suporte com carro de apoio e garagem para as bikes.
- Seguro viagem.
Valor: $ 2.200,00 Euros
Condições de pagamento: sinal de 20% e o valor residual dividido em parcelas que devem terminar no máximo no dia 15 de junho
- 15 de fevereiro – pagamento de 20% do valor total.
- A partir de março 4 parcelas até junho (15 de março – 15 de abril – 15 de maio – 15 de junho)
PARTE AÉREA
Cada um ficará responsável pela parte aérea (não incluso neste pacote) - Importante: todos deverão estar em Milão no dia 18 de setembro.
Os interessados deverão pegar um voo no dia 17 e estar em Milão no dia 18. E a volta será no dia 25 a noite ou outra data caso queira estender a viagem, mas não mais dentro deste pacote.
OUTROS CUTOS:
- Opção de aluguel de bike Canyon no mesmo local da hospedagem.
- Transporte Interno (Transfer)
Quando estes valores estiverem definidos, enviaremos a todos, pois o Transporte depende do numero de pessoas confirmadas na viagem.
Setor de Eventos
Race Consultoria Esportiva
eventos@race.com.br
(11) 5184-1003
Por favor, veja abaixo as informações importantes.
Qualquer dúvida, por favor, nos avise.
Participe da reunião que faremos na USP no dia 29 de janeiro as 8:30 horas
Obrigado.
- Período de 18 a 25 de setembro.
- Grupo de no máximo 25 pessoas (incluindo ciclistas e acompanhantes)
- Supervisão e Treinamento do Campeão Andrea Tafi
- 6 noites no il Borghetto Andrea Tafi – exclusivo para os integrantes da Race no período da viagem.
- Meia pensão (café da manhã e jantar)
- Suporte com carro de apoio e garagem para as bikes.
- Seguro viagem.
Valor: $ 2.200,00 Euros
Condições de pagamento: sinal de 20% e o valor residual dividido em parcelas que devem terminar no máximo no dia 15 de junho
- 15 de fevereiro – pagamento de 20% do valor total.
- A partir de março 4 parcelas até junho (15 de março – 15 de abril – 15 de maio – 15 de junho)
PARTE AÉREA
Cada um ficará responsável pela parte aérea (não incluso neste pacote) - Importante: todos deverão estar em Milão no dia 18 de setembro.
Os interessados deverão pegar um voo no dia 17 e estar em Milão no dia 18. E a volta será no dia 25 a noite ou outra data caso queira estender a viagem, mas não mais dentro deste pacote.
OUTROS CUTOS:
- Opção de aluguel de bike Canyon no mesmo local da hospedagem.
- Transporte Interno (Transfer)
Quando estes valores estiverem definidos, enviaremos a todos, pois o Transporte depende do numero de pessoas confirmadas na viagem.
Setor de Eventos
Race Consultoria Esportiva
eventos@race.com.br
(11) 5184-1003
Treino de ciclismo na Bandeirantes (30/01/2011)
Realizaremos neste domingo o Primeiro Treino Especial de Ciclismo de 2011.
Confirme a sua presença até quinta feira, dia 27 de janeiro as 12:00 horas para nos organizarmos.
Envie um e-mail para daniloguedes@race.com.br incluindo a informação de qual pelotão você vai participar: 60 Km ou 90 Km.
Não perca este treino de estrada com apoio Race.
INFORMAÇÕES SOBRE O TREINO
Ponto de Encontro: Rancho da Pamonha – Rodovia dos Bandeirantes
Horário do Início do Treino: Os pelotões sairão impreterivelmente às 6:30 horas (níveis iniciante/intermediário e avançado).
Programe o seu horário para chegar com antecedência.
Como Chegar:
- Siga pela Rodovia dos Bandeirantes até a ponte do Rodoanel.
- Faça o contorno no Rodoanel e pegue a Bandeirantes sentido São Paulo.
- Você passará por um pedágio antes de chegar na Bandeirantes de R$ 1,30
- Ao entrar na Bandeirantes, você visualizará o Rancho da Pamonha a sua frente.
Dúvidas: Danilo (7878 1421 / ID 118*37443) ou Alan (7716 6843 / ID 7*913286). Eles poderão orientar até o ponto de encontro.
Percurso:
Primeiro Pelotão – intermediário e avançado: 90 Km até Jundiaí
Segundo Pelotão - iniciantes: 60 Km até as Casas Bahia
REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO DO TREINO
1 – será cobrada uma taxa de ajuda de custo para o apoio:
» para as despesas com o motorista, combustível e pedágios.
» o valor da taxa será estipulado de acordo com o número de participantes e a quilometragem de cada treino (tempo, metragem, deslocamento, staffs, entre outros) variando entre R$ 10,00 a R$ 30,00;
» essa taxa será sempre embutida no boleto da mensalidade do mês seguinte;
» se o aluno confirmar a presença e no dia do treino não comparecer, será cobrada a taxa de apoio no boleto, devido a logística que está sendo estipulada para o treino;
» caso esteja chovendo neste domingo, resolveremos no local e no horário estipulados se o treino realmente acontecerá ou será cancelado. No caso de cancelamento, cobraremos 50% do valor acordado devido ao deslocamento dos staffs, carros e a estrutura de apoio que estará pronta para atendê-los independente do clima.
» para o aluno que levar algum amigo (a) que não faz parte da equipe Race o mesmo deverá realizar o pagamento no momento do treino ou o valor será embutido na mensalidade do aluno da Race. Os convidados pagarão o valor fixo de R$40,00 (quarenta reais) para participar dos Treinos.
2 – para a realização do treino:
» para atendermos todos os alunos dividiremos o grupo sempre em dois pelotões – nível iniciante e nível intermediário/avançado;
» para a realização dos dois níveis será necessária a confirmação de no mínimo 10 pessoas de cada nível;
» se o nível iniciante não atingir o número mínimo de participantes (10 alunos) não será possível a realização do treino para esse grupo de alunos e os mesmos não poderão participar do nível intermediário/avançado por uma questão de segurança;
3 – Estrutura de Apoio
» 01 carro de apoio para cada nível;
» Água
» Gatorade
» Guarda-volumes
IMPORTANTE
- qualquer dúvida quanto ao seu nível, por favor, pergunte ao Treinador Ricardo. (ricardo@race.com.br)
- todos serão responsáveis pela sua alimentação. Lembre-se que forneceremos somente a hidratação (água e Gatorade).
- para participar é obrigatório o uso do capacete e documento;
- a Race não é responsável por qualquer contratempo que possa ocorrer durante o treino;
- a Race reserva-se ao direito de modificar ou cancelar o treino em caso de imprevistos (chuva, entre outros) para preservar a segurança de cada ciclista.
Atenciosamente.
Equipe Race.
Confirme a sua presença até quinta feira, dia 27 de janeiro as 12:00 horas para nos organizarmos.
Envie um e-mail para daniloguedes@race.com.br incluindo a informação de qual pelotão você vai participar: 60 Km ou 90 Km.
Não perca este treino de estrada com apoio Race.
INFORMAÇÕES SOBRE O TREINO
Ponto de Encontro: Rancho da Pamonha – Rodovia dos Bandeirantes
Horário do Início do Treino: Os pelotões sairão impreterivelmente às 6:30 horas (níveis iniciante/intermediário e avançado).
Programe o seu horário para chegar com antecedência.
Como Chegar:
- Siga pela Rodovia dos Bandeirantes até a ponte do Rodoanel.
- Faça o contorno no Rodoanel e pegue a Bandeirantes sentido São Paulo.
- Você passará por um pedágio antes de chegar na Bandeirantes de R$ 1,30
- Ao entrar na Bandeirantes, você visualizará o Rancho da Pamonha a sua frente.
Dúvidas: Danilo (7878 1421 / ID 118*37443) ou Alan (7716 6843 / ID 7*913286). Eles poderão orientar até o ponto de encontro.
Percurso:
Primeiro Pelotão – intermediário e avançado: 90 Km até Jundiaí
Segundo Pelotão - iniciantes: 60 Km até as Casas Bahia
REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO DO TREINO
1 – será cobrada uma taxa de ajuda de custo para o apoio:
» para as despesas com o motorista, combustível e pedágios.
» o valor da taxa será estipulado de acordo com o número de participantes e a quilometragem de cada treino (tempo, metragem, deslocamento, staffs, entre outros) variando entre R$ 10,00 a R$ 30,00;
» essa taxa será sempre embutida no boleto da mensalidade do mês seguinte;
» se o aluno confirmar a presença e no dia do treino não comparecer, será cobrada a taxa de apoio no boleto, devido a logística que está sendo estipulada para o treino;
» caso esteja chovendo neste domingo, resolveremos no local e no horário estipulados se o treino realmente acontecerá ou será cancelado. No caso de cancelamento, cobraremos 50% do valor acordado devido ao deslocamento dos staffs, carros e a estrutura de apoio que estará pronta para atendê-los independente do clima.
» para o aluno que levar algum amigo (a) que não faz parte da equipe Race o mesmo deverá realizar o pagamento no momento do treino ou o valor será embutido na mensalidade do aluno da Race. Os convidados pagarão o valor fixo de R$40,00 (quarenta reais) para participar dos Treinos.
2 – para a realização do treino:
» para atendermos todos os alunos dividiremos o grupo sempre em dois pelotões – nível iniciante e nível intermediário/avançado;
» para a realização dos dois níveis será necessária a confirmação de no mínimo 10 pessoas de cada nível;
» se o nível iniciante não atingir o número mínimo de participantes (10 alunos) não será possível a realização do treino para esse grupo de alunos e os mesmos não poderão participar do nível intermediário/avançado por uma questão de segurança;
3 – Estrutura de Apoio
» 01 carro de apoio para cada nível;
» Água
» Gatorade
» Guarda-volumes
IMPORTANTE
- qualquer dúvida quanto ao seu nível, por favor, pergunte ao Treinador Ricardo. (ricardo@race.com.br)
- todos serão responsáveis pela sua alimentação. Lembre-se que forneceremos somente a hidratação (água e Gatorade).
- para participar é obrigatório o uso do capacete e documento;
- a Race não é responsável por qualquer contratempo que possa ocorrer durante o treino;
- a Race reserva-se ao direito de modificar ou cancelar o treino em caso de imprevistos (chuva, entre outros) para preservar a segurança de cada ciclista.
Atenciosamente.
Equipe Race.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Depoimento do aluno Guilherme B. Medeiros Corrida do Sol.
Relato Corrida do Sol
Neste ultimo dia 16 realizou-se a Corrida do Sol, com largada na Praça Charles Muller, em frente ao estádio do Pacaembu.
O trajeto consistia basicamente na Avenida Pacaembu e Minhocão. Possuía as distancias de 5k ou 10k.
Esta prova surgiu ano passado, para suprir a falta de provas no começo do ano, já que o numero de provas começa a ficar significativo apenas em março.
Apesar do calor de verão, onde eu acreditava que a organização iria fazer a largada as 7hs da manha, a corrida foi marcada para as 8hs.
Sorte que o clima ajudou, não estava quente, e o céu durante boa parte da prova estava encoberto.
Escolhi a distancia de 10km.
Cheguei como de praxe com antecedência, descansei um pouco na tenda do clube O2, onde paga-se uma taxa anual, que da direito alem de um ano de revista, acesso a uma área exclusiva com frutas, sanduíches, sucos.
Nesta prova estavam distribuindo açaí, dentro da tenda da O2, e para o meu espanto tinha uma galera comendo açaí antes da prova, que loucura, o corpo deve ficar mega pesado.
Um pouco antes da largada encontrei o casal de ciclistas/ corredores também da Race, Leandro e Flavia. Uma breve conversa e lá vamos para o aquecimento e posterior posicionamento para a largada.
A primeira parte da prova é muito boa, já que existe uma leve descida, os que faz com que os dois primeiros quilômetros acabem sendo mais rápidos. Uma subidinha para chegar ao Minhocão e lá vamos nos para mais da metade da prova.
Realmente o minhocão não é aquela maravilha, um dos motivos que prefiro correr nos arredores do Jockey clube, além de mais plano, é arborizado.
Acho que me preparei mal para a prova, e larguei com pace de 3,30, caindo para 3,50, 4,00... ate que quando cheguei na Pacaembu novamente ai despencou de vez o meu pace, foi lá para a casa dos 6, a subidinha no final é de matar. Faltou ritmo e um pace constante.
Acabei terminado a prova em 46 e uns quebrados, acima da meta que havia proposto que era de 45min, mas realmente já te-la terminado já foi muito bom.
Medalha no peito, fui lá para a tenda da O2, agora sim tomar o meu açaí.
Grande abraço a equipe race
Guilherme Burleigh de Medeiros.
Neste ultimo dia 16 realizou-se a Corrida do Sol, com largada na Praça Charles Muller, em frente ao estádio do Pacaembu.
O trajeto consistia basicamente na Avenida Pacaembu e Minhocão. Possuía as distancias de 5k ou 10k.
Esta prova surgiu ano passado, para suprir a falta de provas no começo do ano, já que o numero de provas começa a ficar significativo apenas em março.
Apesar do calor de verão, onde eu acreditava que a organização iria fazer a largada as 7hs da manha, a corrida foi marcada para as 8hs.
Sorte que o clima ajudou, não estava quente, e o céu durante boa parte da prova estava encoberto.
Escolhi a distancia de 10km.
Cheguei como de praxe com antecedência, descansei um pouco na tenda do clube O2, onde paga-se uma taxa anual, que da direito alem de um ano de revista, acesso a uma área exclusiva com frutas, sanduíches, sucos.
Nesta prova estavam distribuindo açaí, dentro da tenda da O2, e para o meu espanto tinha uma galera comendo açaí antes da prova, que loucura, o corpo deve ficar mega pesado.
Um pouco antes da largada encontrei o casal de ciclistas/ corredores também da Race, Leandro e Flavia. Uma breve conversa e lá vamos para o aquecimento e posterior posicionamento para a largada.
A primeira parte da prova é muito boa, já que existe uma leve descida, os que faz com que os dois primeiros quilômetros acabem sendo mais rápidos. Uma subidinha para chegar ao Minhocão e lá vamos nos para mais da metade da prova.
Realmente o minhocão não é aquela maravilha, um dos motivos que prefiro correr nos arredores do Jockey clube, além de mais plano, é arborizado.
Acho que me preparei mal para a prova, e larguei com pace de 3,30, caindo para 3,50, 4,00... ate que quando cheguei na Pacaembu novamente ai despencou de vez o meu pace, foi lá para a casa dos 6, a subidinha no final é de matar. Faltou ritmo e um pace constante.
Acabei terminado a prova em 46 e uns quebrados, acima da meta que havia proposto que era de 45min, mas realmente já te-la terminado já foi muito bom.
Medalha no peito, fui lá para a tenda da O2, agora sim tomar o meu açaí.
Grande abraço a equipe race
Guilherme Burleigh de Medeiros.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
TRACK AND FIELD - depoimento do aluno Guilherme Burleigh de Medeiros
28.11.2010
Uma das ultimas provas do ano, e para encerrar nada melhor do que uma prova do circuito Run Series da Track & Field.
Os kits da Track & Field são imbatíveis, com camiseta Termo Dry, boné (muito bom), meia, e até uma garrafa térmica. Não é a toa que eles cobram R$ 110,00 a inscrição!!
Dessa vez valia a pena chegar mais cedo, afinal, a tenda azul da Race estava presente, representada pelo prof. Danilo Guedes.
Depois de um alongamento em equipe, lá vamos nos aquecer.
7:30 em um dia que prometia muito Sol, foi dada a largada.
O clima já estava abafado, e tinha certeza que teria dificuldades para abaixar meu tempo nos 10k.
Abri forte os primeiros 3 km, rodando o primeiro km em 3.40min/km e subindo para 4:00, 4.10.
Fui tentando encaixar um ritmo na casa dos 4.10, mas estava muito difí¬cil. Corri boa parte da prova, cerca de 5k, acompanhando uma atleta da Marcos Paulo Assessoria. A atleta tinha metade do meio tamanho, eu tenho 1,92m, e enquanto eu me sacrificava para dar uma passada, ela tinha que dar umas duas, e mesmo assim ela não demonstrava tanta dificuldade na execução dos movimentos quanto eu.
Não deu outra, no km 6, onde tínhamos que subir a ponte da Jaguaré, eu a perdi de vista, e tinha certeza que não ia vê-la tão cedo.
Na metade do 6 km para o 7, já fazendo a volta na ponte para me direcionar no caminho de volta ao shopping Villa Lobos, encontrei no caminho, alguns metros atrás de mim, o William, aluno também da Race que havia conhecido por acaso na meia maratona de Buenos Aires, e lá foi um grito de incentivo para o nosso companheiro de corrida.
No km 7 para o 8 meu pace despencou para 4,50min/km, principalmente em razão das subidas e descidas da ponte e ao calor que estava fazendo. Fiquei preocupado porque estava indo mais devagar do que de costume.
Nos últimos 2 km, consegui apertar um pouco o ritmo, mas mesmo assim fechei cerca de um minuto acima do tempo que havia estipulado para a prova, que seria de 43:30.
Mas ok, o jeito é treinar mais.
Fim de prova e nada de ir embora direto, como de costume. Fui para a tenda da Race, tomei uns copos de Gatorade, alonguei e conversei com os demais companheiros
de Race sobre a prova.
Show de bola poder contar com essa estrutura da Race, espera ver mais vezes.
Ricardo segue uma foto em sua homenagem, como na meia maratona de Buenos Aires.
Foto dos corredores Race Guilherme & William.
Abraços
Guilherme Burleigh de Medeiros
Uma das ultimas provas do ano, e para encerrar nada melhor do que uma prova do circuito Run Series da Track & Field.
Os kits da Track & Field são imbatíveis, com camiseta Termo Dry, boné (muito bom), meia, e até uma garrafa térmica. Não é a toa que eles cobram R$ 110,00 a inscrição!!
Dessa vez valia a pena chegar mais cedo, afinal, a tenda azul da Race estava presente, representada pelo prof. Danilo Guedes.
Depois de um alongamento em equipe, lá vamos nos aquecer.
7:30 em um dia que prometia muito Sol, foi dada a largada.
O clima já estava abafado, e tinha certeza que teria dificuldades para abaixar meu tempo nos 10k.
Abri forte os primeiros 3 km, rodando o primeiro km em 3.40min/km e subindo para 4:00, 4.10.
Fui tentando encaixar um ritmo na casa dos 4.10, mas estava muito difí¬cil. Corri boa parte da prova, cerca de 5k, acompanhando uma atleta da Marcos Paulo Assessoria. A atleta tinha metade do meio tamanho, eu tenho 1,92m, e enquanto eu me sacrificava para dar uma passada, ela tinha que dar umas duas, e mesmo assim ela não demonstrava tanta dificuldade na execução dos movimentos quanto eu.
Não deu outra, no km 6, onde tínhamos que subir a ponte da Jaguaré, eu a perdi de vista, e tinha certeza que não ia vê-la tão cedo.
Na metade do 6 km para o 7, já fazendo a volta na ponte para me direcionar no caminho de volta ao shopping Villa Lobos, encontrei no caminho, alguns metros atrás de mim, o William, aluno também da Race que havia conhecido por acaso na meia maratona de Buenos Aires, e lá foi um grito de incentivo para o nosso companheiro de corrida.
No km 7 para o 8 meu pace despencou para 4,50min/km, principalmente em razão das subidas e descidas da ponte e ao calor que estava fazendo. Fiquei preocupado porque estava indo mais devagar do que de costume.
Nos últimos 2 km, consegui apertar um pouco o ritmo, mas mesmo assim fechei cerca de um minuto acima do tempo que havia estipulado para a prova, que seria de 43:30.
Mas ok, o jeito é treinar mais.
Fim de prova e nada de ir embora direto, como de costume. Fui para a tenda da Race, tomei uns copos de Gatorade, alonguei e conversei com os demais companheiros
de Race sobre a prova.
Show de bola poder contar com essa estrutura da Race, espera ver mais vezes.
Ricardo segue uma foto em sua homenagem, como na meia maratona de Buenos Aires.
Foto dos corredores Race Guilherme & William.
Abraços
Guilherme Burleigh de Medeiros
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Uma prova diferente
Leiam esse relato, super legal do aluno Ézio Campos sobre a Jungle Run 6k -Cross Country!
É uma antiga competição do atletismo internacional e tem até campeonato aqui no Brasil. Nao é uma corrida de aventura em que se corre em grupos com objetivo, papel caneta, bussola. É uma competição na natureza com subidas, descidas, obstáculos naturais que o atleta tem de ultrapassar como água, lama, troncos de arvores, terrenos diferenciados de terra, grama, cascalho, etc. e que são devidamente observados por fiscais como em toda corrida.Por exemplo se o atleta no percurso se depara com um tronco de arvore ou um obstáculo ele tem de ultrapassa-lo, passar por cima dele. Se desviar para o lado ou simplesmente passar por baixo é desclassificado.Fiz isso em cross em que os fiscais eram militares. Já viu, né! Sinalizada. Exige do atleta certo preparo fisico e superação.Como fiz algumas corridas de montanhas este ano já estou no embalo.É o que gosto, é o meu mundo. Obrigado. Ezio
É uma antiga competição do atletismo internacional e tem até campeonato aqui no Brasil. Nao é uma corrida de aventura em que se corre em grupos com objetivo, papel caneta, bussola. É uma competição na natureza com subidas, descidas, obstáculos naturais que o atleta tem de ultrapassar como água, lama, troncos de arvores, terrenos diferenciados de terra, grama, cascalho, etc. e que são devidamente observados por fiscais como em toda corrida.Por exemplo se o atleta no percurso se depara com um tronco de arvore ou um obstáculo ele tem de ultrapassa-lo, passar por cima dele. Se desviar para o lado ou simplesmente passar por baixo é desclassificado.Fiz isso em cross em que os fiscais eram militares. Já viu, né! Sinalizada. Exige do atleta certo preparo fisico e superação.Como fiz algumas corridas de montanhas este ano já estou no embalo.É o que gosto, é o meu mundo. Obrigado. Ezio
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
FESTA!!!!
Atletas e amigos RACE:
Está chegando o dia!!
Vamos celebrar mais um ano de conquistas!! Venha fazer parte dessa festa entre amigos e familiares.
Dia 5 de dezembro, 19h00 no Buffet Oliva Pink.
Venha participar!!!
Informações e convites:
race@race.com.br
Equipe RACE.
Está chegando o dia!!
Vamos celebrar mais um ano de conquistas!! Venha fazer parte dessa festa entre amigos e familiares.
Dia 5 de dezembro, 19h00 no Buffet Oliva Pink.
Venha participar!!!
Informações e convites:
race@race.com.br
Equipe RACE.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dicas de Hidratação
O calor provoca perdas de líquidos através do suor que muita vezes só a água não repõe, pois ocorre também uma perda de sais minerais importantes para o equilíbrio orgânico. Sensação de fadiga e de "peso nas pernas" são queixas comuns em indivíduos que tem uma perda de água acentuada. Quanto maior o tempo de exercício, maiores serão as perdas hídricas.
Isotônicos são bebidas à base de água, sais minerais e carboidratos (6 a 8%), ideais para reposição de líquidos e eletrólitos perdidos através do suor durante atividade física. São chamados isotônicos por possuírem formulação semelhante ao plasma, o que facilita a absorção.
Só há necessidade de consumi-los se você perder mais de 2% de peso corporal durante a atividade física.
Uma forma fácil de verificação é você pesar-se antes do exercício e imediatamente após, aplicando a fórmula abaixo:
PESO PÓS -TREINO X 100 - 100
PESO PRÉ TREINO
Resultado menor ou igual a 2: só a água será suficiente;
Resultado maior que 2: beba um isotônico, além da água;
Nos dois casos, o resultado dessa fórmula também indica a quantidade (em litros) que você deve ingerir.
Na hora de escolher sua bebida isotônica atente para os seguintes detalhes:
- O total de carboidratos não deverá ultrapassar 20 g para serem absorvidos mais rapidamente pelo organismo.
- O tipo de carboidrato também é importante, pois o ideal é que seja uma fórmula balanceada que apresente glicose, frutose e não somente sacarose como é o caso de alguns.
- A presença de Sódio e Potássio é fundamental para facilitar a absorção.
- A presença de Cloreto nas formulações também é desejável, visto que também perde-se Cloro através do suor.
- Ideal para esforços mais prolongados (triatlos, duatlos, ciclismo, corrida), bebidas com adição de vitaminas também são recomendáveis.
- Consuma-os de preferência gelados para facilitar o esvaziamento gástrico. Quanto mais rápido ele deixar o estômago, mais rapidamente você sentirá os benefícios.
Por fim saiba que a água de côco, que possui apenas 22 calorias por 100 ml, é um isotônico natural e saboroso, apesar de possuir baixo teor de Sódio (em atividades muito prolongadas há uma necessidade maior deste mineral para que a água possa ser absorvida). LEMBRE-SE: HIDRATE-SE ANTES, DURANTE E DEPOIS DE ATIVIDADE FÍSICA.
FONTE: Copacabana Runners.
Isotônicos são bebidas à base de água, sais minerais e carboidratos (6 a 8%), ideais para reposição de líquidos e eletrólitos perdidos através do suor durante atividade física. São chamados isotônicos por possuírem formulação semelhante ao plasma, o que facilita a absorção.
Só há necessidade de consumi-los se você perder mais de 2% de peso corporal durante a atividade física.
Uma forma fácil de verificação é você pesar-se antes do exercício e imediatamente após, aplicando a fórmula abaixo:
PESO PÓS -TREINO X 100 - 100
PESO PRÉ TREINO
Resultado menor ou igual a 2: só a água será suficiente;
Resultado maior que 2: beba um isotônico, além da água;
Nos dois casos, o resultado dessa fórmula também indica a quantidade (em litros) que você deve ingerir.
Na hora de escolher sua bebida isotônica atente para os seguintes detalhes:
- O total de carboidratos não deverá ultrapassar 20 g para serem absorvidos mais rapidamente pelo organismo.
- O tipo de carboidrato também é importante, pois o ideal é que seja uma fórmula balanceada que apresente glicose, frutose e não somente sacarose como é o caso de alguns.
- A presença de Sódio e Potássio é fundamental para facilitar a absorção.
- A presença de Cloreto nas formulações também é desejável, visto que também perde-se Cloro através do suor.
- Ideal para esforços mais prolongados (triatlos, duatlos, ciclismo, corrida), bebidas com adição de vitaminas também são recomendáveis.
- Consuma-os de preferência gelados para facilitar o esvaziamento gástrico. Quanto mais rápido ele deixar o estômago, mais rapidamente você sentirá os benefícios.
Por fim saiba que a água de côco, que possui apenas 22 calorias por 100 ml, é um isotônico natural e saboroso, apesar de possuir baixo teor de Sódio (em atividades muito prolongadas há uma necessidade maior deste mineral para que a água possa ser absorvida). LEMBRE-SE: HIDRATE-SE ANTES, DURANTE E DEPOIS DE ATIVIDADE FÍSICA.
FONTE: Copacabana Runners.
Emocionante e maravilhoso relato do atleta Edmar Prado Lopes Neto sobra a Maratona de New York.
Maratona de Nova Iorque
Corri a Maratona de Nova Iorque 2010. Tempo: 25 anos.
Isso mesmo, você leu certo. Levei 25 anos para correr a Maratona de Nova Iorque. Esse intervalo de tempo deve-se ao fato de que depois de muito tempo retomei as Maratonas. Corri Nova Iorque em 2010, depois de ter corrido 3 Maratonas no Rio de Janeiro no início da década de 80.
Apesar de ainda ser um corredor aos 46 anos, pensava que não seria mais possível correr uma Maratona. Mas o pessoal da Race me ajudou a provar o contrário.
O dia que deu tudo certo, 7 de novembro de 2010:
Saí do hotel às 5:30 da manhã. Temperatura: 2 graus Celsius. Até chegar na largada em Staten Island já havia amanhecido. Céu azul, nenhuma nuvem e a previsão de tempo bom durante a prova, além da perspectiva de frio.
Estou na segunda onda de largada às 10:10 da manhã. A temperatura subiu, deve estar perto dos 4 graus. Para alguns, frio, para mim, difícil pensar em algo melhor. Larguei com o objetivo de correr em 4:00 horas. Comecei rápido, apesar da Ponte de Verazzano. Deve ser a adrenalina, pensei. Vamos indo assim para criar uma “gordura” para o final.
Vou mantendo o ritmo e me sentindo muito bem. Passam os 5 km, os 10 km, os 15 km e a “gordura” para as 4:00 horas vai aumentando. Na meia maratona a folga já é de mais de 6 minutos. Brooklin e Queens já ficaram para trás. Isso mesmo, pensei, vamos assim até quando der. A adrenalina é total. Emoção à flor da pele. Impossível não acenar, bater na mão, aplaudir os milhares de fãs nas ruas. Faltando menos de 15 km para o final já estou com mais de 7 minutos de folga em relação ao tempo almejado.
Cheguei em Manhatan, é o terço final e mais desafiador da prova. É um mar de gente na Primeira Avenida. Já tem corredor mais devagar. Dei a volta no Bronx. Acenei e me vi no telão na saída do distrito. Novo ânimo. Agora só faltam as 5 milhas finais em Manhatan, de novo, com uma diferença, agora é em trecho conhecido. Já estou tranquilo que o objetivo de fazer menos de 4 horas será atingido. Estou deixando para trás o “muro”. Só se alguém me agarrasse como fizeram com o Vanderlei Cordeiro em Atenas é que me faria atrasar a partir de agora. Vou além do sonho, baixar de 3 horas e 50 minutos. Mantenho o ritmo apesar das subidas e do mundo de gente atrapalhando perto do Central Park. Cheguei junto com uma multidão. Parece que deu.
Devem ser 3 horas da tarde. 3 horas 49 minutos e 19 segundos depois de passar pela largada cheguei. Inteiro. Não imaginava que fosse capaz de fazê-lo. Apesar da forte emoção, o choro não sai (é adrenalina demais). Nunca fiz uma corrida tão bem e tão seguro.
Encontro minha mulher e meu filho de 9 anos depois de quase uma hora. Fotos. A sempre tradicional foto com a bandeira do Brasil. Milhares de pessoas nas ruas e no metrô. Você só respira Maratona. Voltei de metrô e taxi para o hotel, andando sem ajuda e enrolado no cobertor prateado.
Acabou. Obrigado Nova Iorque, corri e andei pelas suas ruas e a sua gente me levou, como tem feito a milhares de outros corredores.
O que dá para dizer:
Valeu Biologia. A partir dos treinos longos de 24 km só deu Biologia (3 voltas, 4 voltas, o que seja) e as suas ladeiras. Todos falam das dificuldades das pontes e treinar na Biologia fez com que elas se transformassem em um desafio menor. A Biologia me “matou” em quase todos os treinos, mas no final eu me senti bem na prova.
Valeu treinar sozinho. A pessoa que correria comigo teve que desistir faltando um mês para a prova. Chegar às 6 da manhã na USP no sábado e começar a correr sem ninguém e administrar seu ritmo sem mais ninguém com certeza me ajudaram no dia.
Valeu Central Park. Cheguei uma semana antes em Nova Iorque e, apesar de já ter corrido no parque diversas vezes, fiz e refiz algumas vezes o trecho final da prova. Conhecia bem o final da prova sem nunca ter feito uma.
Valeu Kilimanjaro. Esse ano fiz um trekking e cheguei ao cume do Kili (quase 6 mil metros de altitude). As lições que aprendi naquela semana, em especial o foco e a atitude mental, me ajudaram muito em Nova Iorque. Recomendo aos Maratonistas um “trekking” e aos “trekkers” uma Maratona.
Valeu técnica e conhecimento. Me senti um dinossauro que corria maratonas sem recurso praticamente nenhum. Difícil imaginar correr hoje sem os GUs, Condroitinas e BCAAs da vida.
Valeu Race. Não faria sem a ajuda de todos, em especial, sem a orientação do Ricardo. Treinei os 2 últimos meses sob ameaça de lesão. Procurei seguir à risca tudo que mandaram fazer. Não teria conseguido sem o pessoal.
Valeu Celso, Daniel, Júlio e Samir. Aguentaram as provocações do “carioca” (na realidade eu sou mineiro) e ainda me ensinaram a andar pela USP.
Valeu Pessoal lá de casa. Empurraram o “velho” em mais essa doideira.
Para encerrar:
Não acredite no que falam sobre a Maratona de Nova Iorque. É muito mais e melhor. Recomendo. Cada um deve ter a sua. Essa foi a minha.
Edmar Prado Lopes Neto
Corri a Maratona de Nova Iorque 2010. Tempo: 25 anos.
Isso mesmo, você leu certo. Levei 25 anos para correr a Maratona de Nova Iorque. Esse intervalo de tempo deve-se ao fato de que depois de muito tempo retomei as Maratonas. Corri Nova Iorque em 2010, depois de ter corrido 3 Maratonas no Rio de Janeiro no início da década de 80.
Apesar de ainda ser um corredor aos 46 anos, pensava que não seria mais possível correr uma Maratona. Mas o pessoal da Race me ajudou a provar o contrário.
O dia que deu tudo certo, 7 de novembro de 2010:
Saí do hotel às 5:30 da manhã. Temperatura: 2 graus Celsius. Até chegar na largada em Staten Island já havia amanhecido. Céu azul, nenhuma nuvem e a previsão de tempo bom durante a prova, além da perspectiva de frio.
Estou na segunda onda de largada às 10:10 da manhã. A temperatura subiu, deve estar perto dos 4 graus. Para alguns, frio, para mim, difícil pensar em algo melhor. Larguei com o objetivo de correr em 4:00 horas. Comecei rápido, apesar da Ponte de Verazzano. Deve ser a adrenalina, pensei. Vamos indo assim para criar uma “gordura” para o final.
Vou mantendo o ritmo e me sentindo muito bem. Passam os 5 km, os 10 km, os 15 km e a “gordura” para as 4:00 horas vai aumentando. Na meia maratona a folga já é de mais de 6 minutos. Brooklin e Queens já ficaram para trás. Isso mesmo, pensei, vamos assim até quando der. A adrenalina é total. Emoção à flor da pele. Impossível não acenar, bater na mão, aplaudir os milhares de fãs nas ruas. Faltando menos de 15 km para o final já estou com mais de 7 minutos de folga em relação ao tempo almejado.
Cheguei em Manhatan, é o terço final e mais desafiador da prova. É um mar de gente na Primeira Avenida. Já tem corredor mais devagar. Dei a volta no Bronx. Acenei e me vi no telão na saída do distrito. Novo ânimo. Agora só faltam as 5 milhas finais em Manhatan, de novo, com uma diferença, agora é em trecho conhecido. Já estou tranquilo que o objetivo de fazer menos de 4 horas será atingido. Estou deixando para trás o “muro”. Só se alguém me agarrasse como fizeram com o Vanderlei Cordeiro em Atenas é que me faria atrasar a partir de agora. Vou além do sonho, baixar de 3 horas e 50 minutos. Mantenho o ritmo apesar das subidas e do mundo de gente atrapalhando perto do Central Park. Cheguei junto com uma multidão. Parece que deu.
Devem ser 3 horas da tarde. 3 horas 49 minutos e 19 segundos depois de passar pela largada cheguei. Inteiro. Não imaginava que fosse capaz de fazê-lo. Apesar da forte emoção, o choro não sai (é adrenalina demais). Nunca fiz uma corrida tão bem e tão seguro.
Encontro minha mulher e meu filho de 9 anos depois de quase uma hora. Fotos. A sempre tradicional foto com a bandeira do Brasil. Milhares de pessoas nas ruas e no metrô. Você só respira Maratona. Voltei de metrô e taxi para o hotel, andando sem ajuda e enrolado no cobertor prateado.
Acabou. Obrigado Nova Iorque, corri e andei pelas suas ruas e a sua gente me levou, como tem feito a milhares de outros corredores.
O que dá para dizer:
Valeu Biologia. A partir dos treinos longos de 24 km só deu Biologia (3 voltas, 4 voltas, o que seja) e as suas ladeiras. Todos falam das dificuldades das pontes e treinar na Biologia fez com que elas se transformassem em um desafio menor. A Biologia me “matou” em quase todos os treinos, mas no final eu me senti bem na prova.
Valeu treinar sozinho. A pessoa que correria comigo teve que desistir faltando um mês para a prova. Chegar às 6 da manhã na USP no sábado e começar a correr sem ninguém e administrar seu ritmo sem mais ninguém com certeza me ajudaram no dia.
Valeu Central Park. Cheguei uma semana antes em Nova Iorque e, apesar de já ter corrido no parque diversas vezes, fiz e refiz algumas vezes o trecho final da prova. Conhecia bem o final da prova sem nunca ter feito uma.
Valeu Kilimanjaro. Esse ano fiz um trekking e cheguei ao cume do Kili (quase 6 mil metros de altitude). As lições que aprendi naquela semana, em especial o foco e a atitude mental, me ajudaram muito em Nova Iorque. Recomendo aos Maratonistas um “trekking” e aos “trekkers” uma Maratona.
Valeu técnica e conhecimento. Me senti um dinossauro que corria maratonas sem recurso praticamente nenhum. Difícil imaginar correr hoje sem os GUs, Condroitinas e BCAAs da vida.
Valeu Race. Não faria sem a ajuda de todos, em especial, sem a orientação do Ricardo. Treinei os 2 últimos meses sob ameaça de lesão. Procurei seguir à risca tudo que mandaram fazer. Não teria conseguido sem o pessoal.
Valeu Celso, Daniel, Júlio e Samir. Aguentaram as provocações do “carioca” (na realidade eu sou mineiro) e ainda me ensinaram a andar pela USP.
Valeu Pessoal lá de casa. Empurraram o “velho” em mais essa doideira.
Para encerrar:
Não acredite no que falam sobre a Maratona de Nova Iorque. É muito mais e melhor. Recomendo. Cada um deve ter a sua. Essa foi a minha.
Edmar Prado Lopes Neto
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